Os maiores de exemplos de cidadania e inclusão vem de berço. Fiquei emocionado com o gesto da menina, que pensou exclusivamente no bem estar dos seus pais e fez uma performance em libras para eles, que acabou sendo vista pelo Mundo inteiro.
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Agora é Lei: Dia Municipal de Combate à Homofobia no Município de São Paulo
Agora é lei. Desde a última quinta-feira, 14 de novembro, o município de São Paulo tem oficialmente seu Dia Municipal de Combate à Homofobia. O projeto do vereador Floriano Pesaro (PSDB-SP) que cria o Dia Municipal de Combate à Homofobia, Lesbofobia e Transfobia, a ser comemorado em 17 de maio, foi promulgado.
O dia 17 de maio foi escolhido porque neste dia, em 1990, a Organização Mundial de Saúde tirou o homossexualismo do CID - Classificação Internacional de Doenças, declarando que as relações homoafetivas não se caracterizam como distúrbios mentais. Agora o Dia faz parte do Calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo.
Abaixo a íntegra do documento:
LEI Nº 15.900 DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013
(PROJETO DE LEI Nº 128/12)
(VEREADOR FLORIANO PESARO - PSDB)
Altera a Lei nº 14.485, de 19 de julho de 2007, com a finalidade de incluir no Calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo o Dia Municipal de Combate à Homofobia, Lesbofobia e Transfobia, a ser comemorado no dia 17 de maio e dá outras providências.
José Américo, Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, faz saber que a Câmara Municipal de São Paulo, de acordo com o § 7º do artigo 42 da Lei Orgânica do Município de São Paulo, promulga a seguinte lei:
Art. 1º Fica acrescido inciso ao art. 7º da Lei nº 14.485, de 19 de julho de 2007, com a seguinte redação:
“17 de maio: o Dia Municipal de Combate à Homofobia, Lesbofobia e Transfobia, a ser comemorado com o objetivo de combater o preconceito e conscientizar a sociedade sobre a importância da igualdade de direitos.”
Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Câmara Municipal de São Paulo, 12 de novembro de 2013.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Documentário revela trajetória da escritora Cassandra Rios
Com lançamento previsto para 31 de agosto, o documentário “Cassandra Rios: a Safo de Perdizes” promete ser um documento sobre uma das homossexuais maisexpressivas do País.
Perseguida pela ditadura militar, sob alegação de pornografia, a paulistana Cassandra Rios é relembrada nas telas pela realizadora Hanna Korich. O documentário, selecionado em concurso do ProAC (Programa de Ação Cultural), da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, traz depoimentos de pessoas que, de alguma forma, fizeram parte da vida de Cassandra, como a sobrinha Liz Rios, a atriz Nicole Puzzi, a escritora Lúcia Facco, o editor Maxim Behar, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, Dr. Martim Sampaio, entre outras personalidades.
Um dos objetivos do documentário, de acordo com Hanna Korich, é retratar os momentos mais importantes da carreira da escritora, mostrando seu embate com as forças da censura e sua velhice solitária, e o avanço do reconhecimento das minorias sexuais. “Ela chegou a presenciar as primeiras Paradas LGBT de São Paulo”, lembra a realizadora, que acrescenta: “É também uma homenagem à sua ousadia e pioneirismo para as lésbicas brasileiras.”
O projeto de “Cassandra Rios: a Safo de Perdizes” nasceu do desejo de não apenas relembrar a trajetória da escritora, mas também apresentá-la às gerações atuais. “Cassandra foi a primeira autora a abordar o lesbianismo de forma aberta na literatura brasileira, tendo começado a publicar em 1948, e a primeira também – espantosamente – a falar da mulher como um ser sexual, que tinha desejo”, conta Hanna.
Para a realizadora, o documentário é dirigido “a todos os jovens que nunca ouviram falar dela e também aos mais velhos, que lembram mas faz tempo que não pensam nela”. “Está mais do que na hora de começarem a repensar a contribuição heroica que essa mulher fez ao movimento LGBT e à literatura em geral”, defende.
Outro importante aspecto abordado no documentário é o fato de Cassandra Rios ter sido perseguida durante a ditadura militar. Como destaca Hanna Korich, “Cassandra Rios foi a escritora brasileira mais censurada pela ditadura, com 36 livrosapreendidos, o que levou à sua bancarrota e ao fechamento de sua livraria”. A realizadora acrescenta que Cassandra não teve apoio nem mesmo dos intelectuais. “Ela teve o apoio de poucos, como Jô Soares, que a entrevistou em 1990, e de Jorge Amado, que a considerava ótima escritora”, revela Hanna.
Bestseller absoluta nas décadas de 60 e 70, com mais de um milhão de exemplares vendidos de uma obra, Cassandra Rios faleceu em São Paulo, aos 69 anos de idade, em 8 de março de 2002. “Cassandra Rios: a Safo de Perdizes” traz à tona a audácia da escritora durante os anos de chumbo e sua importância para a literatura brasileira.
Um dos depoimentos mais emblemáticos é o da sobrinha de Cassandra, Liz Rios, que revela que a censura teve um impacto enorme sobre a carreira da paulistana, autora de títulos como “A Tara”, “Tessa, a Gata”, “Volúpia do pecado”, “A paranoica”, entre outros.
Importante também é a entrevista com o advogado e representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP, Dr. Martim Sampaio, que declara que já enviou ofícios àscomissões da verdade denunciando as perseguições descabidas à Cassandra, e o depoimento de Eliane Robert Moraes, professora de Literatura Brasileira da USP, crítica literária e escritora, que entrevistou Cassandra para uma revista feminista, a “Mulherio”, e conta que ficou impressionada com a ousadia e amargura da autora.
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
Contribua para o documentário sobre Relacionamento Aberto
Fabrício Viana, escritor e bacharel em psicologia, tem até o dia 20/08/2013 para
arrecadar R$ 8 mil para a produção de um documentário sobre Relacionamento Aberto. Para
que este valor seja atingido, Viana utiliza o sistema de doações do site Catarse.Me. “O site
é baseado em financiamento coletivo, você entra no link do documentário, clica no botão
APOIAR ESTE PROJETO e faz a doação online no valor que quiser.”, explica Viana.
Quem doar R$ 30,00 ou mais, terá seu nome nos créditos finais do filme. Quem doar R$ 100,00
ou mais, além dos créditos no final do filme ganhará de presente um DVD do documentário
autografado. Para empresas e ONGs que desejarem ter sua logomarca no início do filme
e no site do documentário, poderá fazer sua doação de R$ 2.500,00 (com limite de até 6
apoiadores).
“A ideia é que as pessoas ajudem com qualquer valor. Se você só pode R$ 5, ótimo. Se só pode
R$ 10, ótimo também. E não só com grana, mesmo já tendo algumas pessoas em mente,
preciso de mais contatos para entrevistar, divulgar o projeto em sites e blogs. Estou correndo
contra o tempo e toda a ajuda é bem vinda.”, explica Viana.
Para apoiar o projeto, basta entrar no site do Catarse e clicar
me apoiar este projeto. Se você não quer ter seu nome divulgado, na hora do apoio, escolha
a opção manter anonimato: mesmo que você se identifique durante a transação, seu nome
não será exposto. Se quiser fazer sua doação sem passar pelo Catarse.Me, basta escrever
diretamente para o autor. “Eu prefiro que tudo seja feito pelo site Catarse.me, pois se o valor
não for atingido, a grana é devolvida e o documentário não é realizado. E eu quero muito
produzir! Precisamos mostrar pra sociedade que existem outras formas de se relacionar que
não seja apenas a tradicional, aprendida, reproduzida e repassada sem questionamentos”,
finaliza Viana.
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quinta-feira, 25 de julho de 2013
Espetáculo Dama da Noite em nova temporada em São Paulo
O monólogo “Dama da Noite”, texto de Caio Fernando Abreu, retorna a São Paulo para sua segunda temporada a partir de 03/08 , as 21h, e permanece em cartaz sempre aos sábados ate o final de Setembro ( 28/09) no Espaço Cultural Pinho de Riga.
O ator Luiz Fernando Almeida encarna a personagem e as angústias de um ser humano que não se sente inserido no mundo que vê e vive. O espetáculo tem direção de Andre Leahun.
Em um cenário que é uma residência, mas que pode ser também um clube ou o que a imaginação do público desejar, a “Dama da Noite” não se limita à atuação e instiga um diálogo com seu público em clima intimista.
O premiado espetáculo mostra ao público um conto do escritor que, mesmo depois de sua morte, faz sucesso nas redes sociais com frases de várias de suas obras compartilhadas pelos usuários.
Serviço:
Dama da Noite
Sábados de Agosto e Setembro de 2013 às 21:00
Ingressos: $ 20 ( inteira) $10 ( meia) $5 moradores do Bixiga.
Espaço Cultural Pinho de Riga
Rua Conselheiro Ramalho, 599
Bela Vista - Centro
(11) 9 6373-7090
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
Steve Grand lança clipe com romance gay
O clipe de “All-American Boy”, Todo Garoto Americano, do cantor country Steve Grand está parando tudo nos EUA. Lançado esta semana, é o primeiro clipe abertamente gay de um cantor da música country pop dos EUA.
Na música, ele canta “seja o meu garoto americano essa noite” de um jeito que provavelmente muitos amantes de country music nunca imaginariam ouvir.
Na página de Facebook, Steve é bem ativista da causa homossexual. Ele afirma que o mundo não mudou tanto nos últimos anos e que precisamos ver mais honestidade.
Precisamos de mais personalidades LGBT, que militem na garantia dos Direitos Humanos. Concordo com o Steve quando ele afirma que não houve muitas mudanças no mundo, conforme avançamos na garantia dos Direitos LGBT, o fundamentalismo também tem avançado, o que não nos dá um saldo muito positivo.
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segunda-feira, 8 de julho de 2013
O Quilombo da Barra Funda está em festa! Camisa Verde e Branco celebra seus 100 anos
Ontem fui na celebração que abriram as comemorações dos 100 anos de história da Camisa Verde e Branco. O início remonta a 1914, quando foi criado o "Grupo Carnavalesco Barra Funda", liderado por Dionísio Barbosa, filho de escravos e um dos primeiros negros a nascerem livres no Brasil. Nesse grupo carnavalesco, os homens saíam pelas ruas do bairro da Barra Funda vestidos de camisas verdes e calças brancas.
Durante o Estado Novo, os integrantes do Grupo Carnavalesco Barra Funda foram confundidos com simpatizantes da Ação Integralista Brasileira, partido político de Plínio Salgado, e por isso perseguidos pela polícia de Getúlio Vargas, até deixarem de desfilar em 1936. De certa forma, para época, esse grupo era considerado um Quilombo urbano devido às características e costumes de seus integrantes.
Foi uma festa muito bonita, com a presença do Grupo de percussão feminina Ilú Obá de Min. Gostei muito da temática que destaca a história do Bairro da Barra Funda e a valorização da Cultura Negra. Nesse Carnaval de 2014 para entrar na passarela do samba, a Camisa Verde e Branco pedirá a licença a todos os Orixás, Deuses, Santos e aos Mestres Dionísio Barbosa, Seu Inocêncio Tobias, Dona Sinhá e Carlos Alberto Tobias, pois o Quilombo está em festa e a Camisa Verde e Branco celebra 100 anos de história.
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quarta-feira, 3 de julho de 2013
Tem alguém que nos odeia
O suspense "Tem alguém que nos odeia" estreia dia 17 de julho na sala experimental do Teatro Augusta, para temporada até 03 de outubro. Texto de Michelle Ferreira recebe direção de José Roberto Jardim. No elenco estão Ana Paula Grande e Bruna Anauate.
O texto escrito em 2011, aborda a relação privada e amorosa de duas mulheres, Maria, brasileira, e Cate, estrangeira, que decidem morar juntas em São Paulo. Dentro do antigo e decadente apartamento – herdado por Maria – elas vivem em conflito. Em meio a esse ambiente turbulento, a violência e horror batem a sua porta, invadindo o seu lar. Elas, então, se veem obrigadas a enfrentar agressões físicas e psicológicas de algum homofóbico do prédio, que se torna um inimigo invisível e constantemente presente.
Num clima de suspense e desconfiança, elas lidam com a impunidade da justiça brasileira, com uma moradora que as considera um mau exemplo, com um padre que as tenta convencer de que são grandes pecadoras, com uma síndica que nada pode fazer e com suas angústias pessoais. A peça coloca em xeque a temática da tolerância, da coexistência entre diferentes grupos, os protocolos sociais, a justiça, religião e o papel de cada indivíduo diante das questões públicas.
Serviço:
Tem alguém que nos odeia
Gênero: Suspense
Estreia dia 17 de julho, às 21h, no Teatro Augusta – Sala Experimental
Temporada: quartas e quintas, às 21h. Até dia 3 de outubro
Duração: 70 minutos
Capacidade: 35 lugares
Censura: 14 anos.
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terça-feira, 2 de julho de 2013
FHC no Roda Viva
Ex-presidente e mais novo membro da Academia Brasileira de Letras vem ao centro do Roda Viva falar sobre seu livro mais recente e a situação atual do Brasil.
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