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sábado, 20 de agosto de 2011

O Caixeiro-Viajante

- Eu estou namorando um caixeiro-viajante – disse o Fellipe sorrindo.

- Mas não se preocupe, eu sempre volto – completei.

Estou fora de São Paulo desde quarta-feira e confesso que essa vida de caixeiro-viajante, como diz o Fellipe, me deixou com muitas saudades dele. Estávamos na rotina de nos encontrarmos todos os dias e de repente, ficamos cinco dias seguidos com apenas o telefone nos unindo.

- É o seu trabalho, você tem que viajar – disse em outra ocasião.

Nesse inicio de relacionamento, existe uma necessidade maior de passarmos mais tempos juntos, até pelo fato de queremos nos conhecer mais, ter mais intimidade, passar bons momentos. Estou curtindo muito tudo o que está acontecendo e essa saudade que eu sinto, encarro como algo extremamente natural. Sinaliza que estou dando permissão para a história continuar.

3 comentários:

Serginho Tavares disse...

felicidades pra você neste comecinho queridão
que seja eterno

beijos

FOXX disse...

boa sorte nesse início, qrido!

Anônimo disse...

TUDO BEM MARCOS? SOLICITO SUA REFLEXÃO PARA ESTE COMENTÁRIO MESMO QUE NÃO O APROVE: Leio muito sobre sexualidade, principalmente a que envolve LGBT e mais principalmente sobre os gays masculinos. Eu acho que qualquer avaliação sobre a quantidade de gays em nossa sociedade ou em qualquer outra sempre será polêmica. Quem é da direita homofóbica minimiza dizendo que são 2%. Os ativistas gays dizem que no mínimo são 10% e há regiões como São Francisco, nos Estados Unidos, onde já li que chegam a 1/3 da população masculina adulta. Certamente em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador onde as paradas gays são eventos consolidados e atraem milhões de pessoas, a porcentagem de gays ou bissexuais masculinos é bem maior que 10%, embora a maioria esmagadora dessa população não seja assumida (muitos até não gostam de se reconhecer gays) e até mesmo se unem e andam com mulheres para terem uma imagem na sociedade (por exemplo, homens casados procuram travestis para serem passivos). Contudo, há um dado inquestionável e que muitas vezes passa despercebido de muitos estudiosos. Por que os gays estão mais influentes todos os anos e já existe um mercado voltado para eles? Tenho uma teoria. O Brasil tem mais de 50.000 homícidios por ano e apenas 0,5% (segundo dados oficiais do Grupo Gay da Bahia) são caracterizados por motivo de homofobia. Existe uma polêmica também aí. Nem todo assassinato de gay é motivado por homofobia, como quando há envolvimento com o tráfico de drogas ou roubo. Por outro lado há muitos assassinatos homofóbicos que não são registrados dessa forma, porque a própria família da vítima omite o fato para não ter vergonha e acaba entrando para as estatísticas dos crimes comuns. Para concluir, apesar da homofobia que predomina na maior parte do Brasil, os gays tem cada vez mais consciência dos riscos que correm e por isso se previnem - acredito que o número de homicídios, revelados ou não de gays no Brasil por motivo de homofobia, não chega a 1% sobre o total. Quem realmente está morrendo são os heterossexuais (em sua maioria homofóbicos), principalmente em brigas de bares na periferia e crimes passionais. Acredito que além do crescimento natural da população LGBT, o que aumenta a proporção dessa população na sociedade é o extermínio dos héteros. O Brasil é o país onde há mais homicídios por arma de fogo no mundo e aqui se mata mais que qualquer país que esteja em guerra, como Iraque e Afeganistão. SE VOCÊ LEU ATÉ AQUI, AGRADEÇO A SUA ATENÇÃO E SOLICITO QUE FAÇA ALGUM TIPO DE REFLEXÃO SOBRE ISSO EM SEU BLOG. UM ABRAÇO E MAIS UMA VEZ OBRIGADO POR SUA ATENÇÃO!!!