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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O Contador de Histórias

Sábado, fui ao cinema com um amigo, ao cinema, assisti “O contador de História”, baseado em fatos reais e em cartaz nos cinemas de todo o Brasil desde o último dia 07 de agosto. Roberto Carlos Ramos nasceu nos anos 70 na periferia de Belo Horizonte e era o caçula de uma família pobre e de muitos filhos. Na esperança de um futuro melhor, sua mãe concede sua guarda a Febem (Fundação para o Bem-Estar do Menor), atual Fundação Casa, que veiculava campanhas publicitárias dizendo serem capazes de mudar o destino dos menores abandonados no Brasil, transformando-os em doutores.

Roberto vê a vida com os olhos de crianças, mas não demorou muito para a Febem mostrar a dura realidade do descaso promovido pelo Estado ao menores que estão sob sua custodia. Em pouco tempo, ele percebeu que para se manter na Febem, ele teria que se incluir ao grupo, tornar-se um menor infrator, não demorou muito e ele fugiu, não uma, mas várias vezes.

A vida do menino começa a mudar quando o seu caminho se cruza com Margherite Duvas, pedagoga francesa que está estudando no Brasil e se interessou no caso do Roberto. Margherite passa a tratar Roberto como fosse o seu filho e prova que carinho, dedicação e amor materno são capazes de mudar uma vida predestinada à violência e a miséria que assolam as ruas do Brasil.

Graças a Margherite, Roberto estudou e conseguiu tornar-se, anos depois, um contador de histórias conhecido internacionalmente. Imitando a generosidade de sua protetora, ele mesmo adotou mais de 20 meninos de rua, e assim como ele, muitos já haviam sido tachados de "irrecuperáveis".

4 comentários:

Glauco Silva/Glaukito(s) disse...

pelo jeito deve ser muito bom este filme.

Abraços e uma ótima semana.

A.M.B disse...

para mim: nada de estereótipos, nada de tachação. nada de pré-julgamentos, e PRÉ-conceitos!

nada de: "incuráveis, indesejáveis".
infelizmente os bons pagam pelos maus.

abracaooo!

P.S. vou ver o filme!

HSLO disse...

Amei o trailer...vou assistir esse filme.


abraços

Hugo

Renato Fierce disse...

É o que falta hoje em dia, acreditar nas pessoas e dar um pouco de amor! Valeu a dica!