
Entre as propostas do Alckmin, estão:
• Criar uma dotação orçamentária própria da Parada LGBT de São Paulo e desvinculá-la da dotação orçamentária do CADS.
• Nortear as políticas públicas LGBT com foco na educação e profissionalização da comunidade, notadamente os de baixa renda e em situação de vulnerabilidade (garotos de programa e travestis, por exemplo).
• Ampliar a estrutura de palestrantes do CADS, para atuação e capacitação em outros órgãos como Poupatempo (por exemplo, visando o respeito ao nome social), GCM, PM, capacitação de diretores de albergues da região central para como atender ao público LGBT.
• Melhoria da divulgação dos direitos e serviços implantados à comunidade LGBT, bem com de suas atividades, para que todo o segmento e suas organizações possam saber do cronograma de atividades anual, antecipadamente.
• Aumentar a estrutura do CADS para levar as atividades – muitas delas localizadas na área central - para as periferias, enfatizando atividades já realizadas como o DiverCidade e o Mix Jovem (realizado em CEUs na periferia).
• Maior incentivo para projetos e produções artísticas e culturais o ano inteiro, em parceria com produtores e a sociedade civil organizada, buscando também interlocução com religiões inclusivas, como forma de inclusão social.
• Ampliação dos espaços de convivência LGBT, como o Centro de Referência da Diversidade e o Centro de Referência de Combate a Homofobia, atingindo as várias regiões da cidade.
• Criação de uma assessoria LGBT para um canal maior de interlocução com Câmara Municipal e as demais secretarias, principalmente Saúde, Educação, Esporte, Assistência Social, Trabalho e Cultura, bem como órgãos dos governos estadual e federal. Urge também uma maior articulação entre as outras coordenadorias da SMPP no sentido de atender as populações LGBTs jovem, idosa, negra, etc., de forma integrada e com políticas específicas a cada um destes segmentos.
• Fazer funcionar o Centro de Informações Turísticas e de Convivência LGBT de São Paulo, criado em 2006, mas cujas atividades ainda não foram iniciadas. Também garantir que as principais redes e organizações hoteleiras da cidade tenham acesso a dados e informações consistentes sobre as populações em questão e estejam prontas para atender esses turistas. (roteiro gayfriendly)

5 comentários:
esperemos uma virada então!
beijos moço e continue defendendo suas causas
beijos
Marcos,
pena mesmo você não ter ido no debate, pois foi muito bom. Infelizmente, creio que Marta vai mesmo ganhar. Sabe por que? Os/as petistas têm algo que os outros não querem ter ou são amadores: chegamos lá às 21:30 e os petistas já estavam lá, eles são organizados, são profissionais. Já estavam distribuindo botons e santinhos. Em toda a fala da Salete, também primeira a chegar, ela falava bem da Marta e demonstrava o seu apoio. Tinha uma turminha que gritava "Marta" toda a hora...
Todos /as candidatos/as estavam preparados/as e demonstraram boas propostas e posturas. Mas só a Salete se organizou, tinha torcida. Ninguém lá gritou "Alckmin". O pessoal do Alckmin só chegou depois do inicio do debate. Conheci lá o grande Gustavo Miranda, do blog Bota Dentro, que está trabalhando para o portal Terra, cobrindo as eleições. Ele é um jornalista magnífico. Enfim, os petistas sabem ocupar espaço, sabem impor idéias, sabem se organizar, são pontuais, vão com material. Os outros ainda precisam aprender muito.
Beijos,
Ricardo
Aguieiras2002@yahoo.com.br
ahhhhhhhh um Gabeira em Sampa.
sabe o que mais me incomoda? saber que qualquer um deles não vai cumprir o mandato. que vai sair e deixar a cadeira para o VICE, quando surgirem eleições para Governador e Presidente. isso SIM, me incomoda!
Olha, eu voto no Alckmin, mas concordo com o post acima! Espero que, se ele for pro segundo turno e se eleger, que pelo menos cumpra o mandato inteiro e não o deixe daqui a dois anos!!
Agora, Marta Suplicy ninguém merece!! Meu deus, o povo não lembra da droga que foi o governo dela??? Eita memória fraca, viu...
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