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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Debate na Rádio DSFM

Quando criança e ainda no início da adolescência, um dos meus sonhos era ser jornalista, tudo o que envolvia mídia me fascinava, cheguei até a escrever alguns artigos para o jornalzinho do colégio. Imaginava que um dia poderia ser ancora de um telejornal ou até mesmo locutor de rádio, cheguei a me inscrever no vestibular para Comunicação Social na Metodista e na UMC, acabei não cursando, me envolvi em outros projetos, cursei administração e atualmente curso Ciências Políticas.
Justificar
Segunda-Feira (30/11), entrei pela primeira vez num estúdio de uma rádio, participei de um debate na rádio DSFM de Suzano, confesso que fiquei fascinado. No estúdio havia uma mesa grande com toda a parafernália para a rádio funcionar e na dimensão da mesa haviam sete microfones para apresentadores e convidados. A precisão que os operadores tem com o tempo, me chamou a atenção, a todo o momento o rapaz que comandava as vinhetas e reportagem avisa ao ancoras: “Estamos tantos minutos adiantados” Deve ser um trabalha gratificante.

O debate que participei foi decorrente ao “Dia Mundial da Luta Contra a AIDS”, além da minha presença, havia a presidente da ONG Elas por Elas, a Secretária de Saúde de Poá e um médico urologista de Suzano. Foi um debate muito proveitoso, o médico urologista levou uma matéria que informava a estagnação de numero de infectados, houve um salto de 33 milhões para 33,4 milhões de infectados, esse aumento se deve ao fator da maior qualidade de vida dos infectados, ou seja, o numero de óbitos está diminuindo cada vez mais.

Também foi abordada a questão da mulher estar se infectando mais que o homem e para explicar esse fenômeno apontamos a liberação sexual feminina e a conquista ao mercado de trabalho; o dilema dos profissionais do sexo com os clientes que pagam mais pela pratica de Bareback; a maior vulnerabilidade dos jovens e para explicar isso apontamos o conservadorismo das famílias brasileiras e a falta de dialogo com os filhos; também apontamos a importância das ONGs num país com dimensões continentais onde o poder público nem sempre conhece todas as particularidades regionais e frisamos a atuação da campanha “Fique Sabendo” que está realizando testes de DSTs em vários municípios do Brasil.

Foi um dialogo proveitoso, onde apontamos a necessidade de maior atuação do poder público para o combate a epidemia e o incentivo das ONGs nas pequenas cidades, onde muitas das vezes o precário sistema de saúde não contempla a comunidade com informações de profilaxia. Ter acesso a informações e aos exames de DSTs e tratamento universal é gratuito é um direito de todos os brasileiros. Para saber os locais de realização dos exames, acesse o site do Fique Sabendo.

Um comentário:

Alexandre Lucas disse...

Parabéns pelo engajamento!