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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Sobre o musical do Chaplin e Canalização de Energias

Semana passada, assisti a reestreia do “Chaplin – O Musical”, no Teatro Procópio Ferreira. A obra de Marcos Rey, adaptada por Miguel Falabella, tem como protagonista Jarbas Homem de Melo, interpretando Chaplin, que conta a trajetória de sucesso de um dos maiores artistas do cinema, abordando desde a sua infância, sua origem humilde e pobre, mostrando seus conflitos com um lar desestruturado e ressaltando sua forte amizade com seu irmão mais velho, Sidney, interpretado por Marcelo Antony.

Sidney teve papel fundamental na carreira de Chaplin, iniciaram suas trajetórias artísticas em Londres, até que Chaplin recebe um convite de uma produtora de filmes de hollywood e Sidney dividido entre sua mãe, que sofria de Alzheimers e a carreira e amizade com o irmão, acaba escolhendo ficar em Londres com a mãe .

O musical, com canções originais do autor Christopher Curtis e alguns versões para a produção brasileira, retrata de uma forma envolvente a forma com que Chaplin abdicou de toda sua vida, e nome do sucesso, não hesitando em deixar sua mãe em uma clínica médica, para viver do outro lado do continente. Posteriormente, com sua carreira artística consagrada, Chaplin recebe uma visita surpresa de Sidney, que decide ficar nos Estados Unidos e cuidar da carreira artística do seu irmão.
Fiquei pensando sobre as escolhas que fazemos e até que ponto realmente vale a pena se abdicar de tudo em nome de uma determinada área de nossas vidas, nossas escolhas nos definem, norteiam toda nossa vida. Chaplin optou exclusivamente pelo sucesso e para isso fez escolhas que talvez eu não as faria, como não estar presente na velhice da mãe, demitir o irmão por conta de divergências políticas e não acompanhar o momento do nascimento do seu filho, que logo após ao parto veio a falecer.

Existem áreas nas nossas vidas que acabam sendo nossos pilares de sustentação, onde canalizamos as energias que nos norteiam, porém temos que tomar cuidado para não nos centrarmos em apenas um eixo, como ficou bem evidente no musical do Chaplin, que canalizou todas as suas energias para sua vida profissional.

Eu tenho basicamente duas áreas da minha vida que precisam sempre estar bem trabalhadas, quando uma das duas não estão bem, percebo que todas as outras também acabam ficando mal. Dosar a importância e as expectativas que jogamos para as diversas áreas é uma tarefa árdua e diária, precisamos estar bem no conjunto, para ter uma vida plena e feliz.

Serviço: 

Chaplin - O Musical
Teatro Procópio Ferreira: Rua Augusta, 2823 - Informações: 3083-4475
De 05/09 à 18/10 - quintas e sextas, às 21h, sábados, às 17h e 21h e domingos, às 16h e 20h
De R$ 25 a R$ 200

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Sobre Memórias de um Gigolô, Heranças Culturais e Saudosismo

Assistindo o musical "Memórias de um Gigolô", ambientado na São Paulo da década de 30, fiquei pensando em qual herança cultural deixaremos para as futuras gerações. Estamos vivendo um marasmo em vários setores de produção musical, artística e arquitetônica.

Na década de 30, o então presidente Getúlio Vargas, criou a estrutura dos sindicatos ligados ao governo, até mesmo para equilibrar as disputas de classes que foram tão acaloradas naquela época. Foi um período de intensa produção no país e que hoje observamos vários traços arquitetônicos deixados por aquela época.

Nossa cidade foi construída com o crescimento industrial e estamos migrando nossas atividades para o serviço, deixando inúmeros imóveis vazios e sem uma outra forma viável de ocupação. Muitos dos imóveis, que ocupavam as grandes empresas de São Paulo, estão virando igrejas e alguns sendo demolidos para a construção de outros imóveis, frios e envidraçados, sem nenhuma conexão com o seu entorno.

Na música, apesar de gostar de muitas produções que estão fazendo sucesso, não consigo identificar algo que irá marcar de verdade nossa geração. Temos muitos cantores que estouram nas paradas e depois de alguns anos não ouvimos mais.

Vivemos numa época da informação descartável, onde diariamente somos bombardeados pelos mais diversos assuntos, que tem uma validade reflexiva muito curta, até cair no completo esquecimento.

Ainda falando sobre "Memórias de um Gigolô", me chamou a atenção a forma que eles idolatravam os anos 30, da mesma forma que hoje recordamos com muito saudosismo dos anos 80 e 90. Já ouvi esse papo antes, dos meus pais falando dos anos 60 e 70, acho que essa defesa da sua época não terá fim, sempre seremos impactados pelo o que de melhor existiu em nossa geração e tudo isso nos moldará como cidadãos.

Gosto muito da produção musical dos anos 80 e 90, principalmente no que se refere ao Pop Rock Nacional e a MPB. Provavelmente estamos replicando o mesmo comportamento da veneração dos anos 30, retratado no musical e talvez daqui alguns anos, Ivete Sangalo seja a nova Elis Regina e o Luan Santana e novo Tom Jobim.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Letícia Spiller se reúne com comunidade LGBT para exibição especial de "O Casamento de Gorete"

A atriz Letícia Spiller desembarca na próxima quarta em São Paulo para mostrar a comunidade LGBT o filme “O Casamento de Gorete”, onde vive uma drag queen. A atriz quer a opinião dos gays sobre a construção de sua personagem na trama. Com estreia prevista para 20 de novembro no Rio de Janeiro, o filme tem a direção de Paulo Vespúcio Garcia e conta ainda com Rodrigo Santana (a Valéria, do Zorra Total), Tonico Pereira e Ataíde Arcoverde no elenco.

Com a vinda a capital paulista para esse exibição especial, Spiller, que também trabalhou como produtora, mostra todo o cuidado em representar Roxana. Segundo a própria atriz, a inspiração veio das cantoras Shakira, Beyoncé e da drag Thammy La Close, que ajudou a compor a personagem. A exibição do filme vai acontecer no hotel WZ e vai reunir personalidades da cena gay.

Sinopse:

Gorete é uma popular apresentadora de rádio, que recebe uma herança de seu pai, há anos ausente em sua vida, porém para receber tal herança, surge a condição de casar-se. Para isso, Gorete e suas duas melhores amigas: Domitila e Marivalda, preparam um torneio para achar o par ideal, por outro lado Gorete nunca conseguiu esquecer o grande amor de sua juventude.

Um torneio para escolha de seu futuro marido, um casamento nada tradicional, absurdas tentativas de assassinato e as inseparáveis amigas, Domitila e Marivalda, completam o cenário dessa divertida, leve e inspiradora história de amor.


Exibição do Filme Gorete para a comunidade LGBT
03/09/2014
Local: WZ Jardins
Endereço: Avenida Rebouças, 955 – Jardins – São Paulo/SP
Horário: 17h
Informações para a imprensa : (11) 99200-1263

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Tem alguém que nos odeia

O suspense "Tem alguém que nos odeia" estreia dia 17 de julho na sala experimental do Teatro Augusta, para temporada até 03 de outubro. Texto de Michelle Ferreira recebe direção de José Roberto Jardim. No elenco estão Ana Paula Grande e Bruna Anauate. 

O texto escrito em 2011, aborda a relação privada e amorosa de duas mulheres, Maria, brasileira, e Cate, estrangeira, que decidem morar juntas em São Paulo. Dentro do antigo e decadente apartamento – herdado por Maria – elas vivem em conflito. Em meio a esse ambiente turbulento, a violência e horror batem a sua porta, invadindo o seu lar. Elas, então, se veem obrigadas a enfrentar agressões físicas e psicológicas de algum homofóbico do prédio, que se torna um inimigo invisível e constantemente presente. 

Num clima de suspense e desconfiança, elas lidam com a impunidade da justiça brasileira, com uma moradora que as considera um mau exemplo, com um padre que as tenta convencer de que são grandes pecadoras, com uma síndica que nada pode fazer e com suas angústias pessoais. A peça coloca em xeque a temática da tolerância, da coexistência entre diferentes grupos, os protocolos sociais, a justiça, religião e o papel de cada indivíduo diante das questões públicas.

Serviço: 

Tem alguém que nos odeia
Gênero: Suspense
Estreia dia 17 de julho, às 21h, no Teatro Augusta – Sala Experimental
Temporada: quartas e quintas, às 21h. Até dia 3 de outubro
Duração: 70 minutos
Capacidade: 35 lugares
Censura: 14 anos.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Não Conte a Ninguém


O espetáculo Não Conte a Ninguém mostra o amor de um jovem de maneira sutil e a homossexualidade de forma muito sensível. A história gira em torno de Deco, preso na ebulição dos hormônios da adolescência e no processo de auto aceitação. Ele relata suas dúvidas, suas descobertas, suas questões internas e sociais, tentando estabelecer uma relação da infância com a vida adulta. 

A peça fala da homossexualidade de forma sensível e sem estereótipos. Como em uma página de caderno em branco a personagem escreve sua história que é a mesma de tantos jovens oprimidos pelos preconceitos de um Brasil ainda cheio de indelicadezas com o próximo.

Não Conte a Ninguém faz curtíssima temporada de duas semanas no Teatro Décio de Almeida Prado, Itaim Bibi, São Paulo.  De 20 a 28 de setembro, as quintas e sextas-feiras, às 20h.

Serviço

Temporada: de 20 a 28 de setembro (Quintas e sextas-feiras).
Tempo de temporada: 02 semanas.
Horário: Quintas e sextas, às 20h.
Duração: 75 minutos.
Classificação etária: 12 anos.
Ingressos: R$ 10,00.
Teatro Décio de Almeida Prado, Rua Cojubá, 45 B, Itaim Bibi.
Lotação: 184 lugares.
Tel. (11) 3079-3438.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Exposição Jorge Amado no Museu da Língua Portuguesa

Ontem fui na abertura da exposição "Jorge Amado", no Museu da Língua Portuguesa. A exposição inclui fotografias, manuscritos, filmes, jornais, cartoons, documentos, correspondência e objetos de uso pessoal do escritor.

A mostra dará destaque à trajetória política do autor. Comunista convicto até ao fim da vida, Jorge Amado foi deputado federal de São Paulo pelo Partido Comunista Brasileiro (1945). A sua filiação ao partido e a sua postura política, principalmente, fê-lo um dos escritores mais visados pela censura no Brasil e em Portugal, durante a ditatura nos dois países. A exposição inclui trechos de jornais sobre a sua atuação parlamentar e fotografias das suas viagens por países comunistas.

A exposição fica no museu até o dia 22 de julho – depois, segue para o Museu de Arte Moderna da Bahia. A mostra ocupa o primeiro andar inteiro do museu e também parte do segundo. Livros e terminais poderão ser consultados pelos visitantes.

A mostra é dividida em módulos distintos, cada um dedicado a um aspecto da vida do autor. O primeiro espaço é dedicado aos personagens; o segundo, apresenta a faceta política do autor; o terceiro discute a miscigenação e o sincretismo religioso; o quarto é dedicado à malandragem e à sensualidade; o quinto apresenta a Bahia; há ainda um espaço para depoimentos de amigos e uma cronologia da vida do autor.

Serviço:

Exposição Jorge Amado 
Quando: de 17 de abril a 22 de julho - de terça-feira a domingo, das 10h às 18h
Onde: Museu da Língua Portuguesa - Praça da Luz, s/nº Centro - São Paulo - SP
Quanto: R$ 6 para o público em geral / R$ 3 para estudantes. Aos sábados os ingressos são gratuitos

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Dona Flor e seus dois Maridos

Nesse final de semana, assiste a peça "Dona Flor e seus dois Maridos", em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso. O  texto é considerada um dos clássicos da literatura brasileira que conquistou o público no cinema e na TV, a obra Dona Flor e Seus Dois Maridos adaptada ao teatro está em cartaz desde outubro de 2007, sendo vista por mais de 600.000 pessoas e se apresentado em mais de 150 cidades em todo Brasil.

Para contar essa história de sucesso, o diretor Pedro Vasconcelos escalou Fernanda Vasconcelos como Flor, Marcelo Faria como Vadinho e Duda Ribeiro como Dr. Theodoro, além de mais 11 atores. A história acontece na Bahia de Amado, ambientada nos anos 40, com as músicas de Dorival Caymmi e muita dança, comidas e festa. A temporada foi prorrogada até o dia 20 de maio.

Ficha Técnica:

Elenco: Fernanda Vasconcelos, Marcelo Faria, Duda Ribeiro, Ana Paula Bouzas, Val Perré, Elvira Helena, Candé Faria, Marco Bravo, Lidiane Ribeiro, Saulo Segreto, Lis Schwabacher, Lisieux Maia, Carla Cristina e Fabio Nascimento.
Adaptação: Pedro Vasconcelos e Marcelo Faria
Direção: Pedro Vasconcelos
Realização: Faria & Vasconcelos

Serviço:

Dona Flor e Seus Dois Maridos
Até 20 de maio
Sextas R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia-entrada)
Sábados e Domingos: R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia-entrada)
Horários: Sextas às 21h30
Sábados às 21h
Domingos às 18h
Classificação: 16 anos
Duração: 110 minutos
Ingressos: www.ingressorapido.com.br

Teatro Sérgio Cardoso
Sala Sérgio Cardoso - 835 lugares
Rua Rui Barbosa, 153 - Bela Vista
São Paulo - SP

domingo, 15 de abril de 2012

“Tagaragadá” um stand up comedy muscial

No próxima dia 20 de abril estréia no Teatro Coletivo, da rua da Consolação em São Paulo, o stand up comedy musical, “Tagaragadá”, estrelando a drag Dillah Dilluz, personagem do ator Edivaldo Barreto, que faz um mix de rádio-novela com paródia. O espetáculo que será exibido todas as sextas até 08 de junho, também passeia pelo cinema sobrenatural. Hits da internet como Poltergeist e Terror na Torre Eifiel recebem uma roupagem teatral com direito a helicóptero em cena.

Os inéditos “A história de Paulinho e Otávio Sérgio” são de tirar o fôlego. A interação com a platéia é outro ponto forte. Em certos momentos a platéia vira personagem das estórias. Teclado, guitarra, flauta de êmbolo, acordeon e percurssão, preciosamente tocados pelo multi-instrumentista João Paulo Ramos Sorah, são os alicerces sonoros desse trabalho. Elementos de CLOWN também foram incorporados ao projeto.

O stand up conta com apoio da Secretaria de Estado da Cultura, por meio de sua Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias.

Serviço:
“Tagaragadá”
De 20 de abril a 8 de junho. Sexta, às 21h.
Teatro Coletivo. Rua da Consolação, 1623 – Tel.: (11) 3255-5922.
Ingresso: R$ 30

sexta-feira, 23 de março de 2012

Tim Maia "Vale Tudo" O Musical


Semana passada, assisti o musical Tim Maia "Vale Tudo". O musical dirigido por João Fonseca conta a vida de um dos maiores ídolos da música brasileira. Tim Maia, conhecido pela irreverência, o bom humor e, infelizmente, também pelos problemas com o abuso do uso de drogas e álcool, apontado como principal motivo para a morte prematura, aos 55 anos, em 1998.

Estrelado por Tiago Abravanel, de apenas 23 anos, relata a trajetória do cantor desde a infância na Tijuca, quando era entregador de marmitas, até sua morte, passando pelo período que morou em Nova York, as primeiras bandas - uma delas teve como integrante o atual "Rei" Roberto Carlos - e os sucessos pop nas décadas de 70, 80 e 90.

Ao longo da peça, o público pode cantar junto hits como "Vale tudo", "Não quero dinheiro", "Chocolate", entre outras faixas conhecidas não apenas do Leme ao Pontal, mas também do Oiapoque ao Chuí.

Assisti o espetáculo ao lado de minha irmã, fã incondicional de Tim Maia. Segundo ela a peça é fiel a vida de Tim Maia, mas Tiago Abravanel deixou muito a desejar no quesito empoderamento de voz. Acredito que exigir isso de Tiago Abravanel é demais, Tim Maia deixou uma lacuna que jamais será preenchida no cenário da musica brasileira.

Longa Metragem

Em  breve, os fãs de Tim Maia também poderão ver sua vida sendo retratada em um longe metragem. Tiago Abravanel não passou nos testes para interpretar o cantor. Os atores Robson Nunes (Malhação) e Babu Santana (Duas Caras, Casos e Acasos, Força-Tarefa, As Cariocas) estão cotados para interpretar o cantor - jovem e adulto, respectivamente. Alice Braga dará vida à esposa de Tim.

Provisoriamente intitulado "Tim Maia", o filme terá direção de Mauro Lima ("Meu Nome Não É Johnny"), que também é co-responsável pelo roteiro, ao lado de Antônia Pellegrino ("Bruna Surfistinha").

O filme usará como base o livro "Vale Tudo: O Som e a Fúria de Tim Maia", escrito pelo jornalista Nelson Motta, amigo do músico.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Exposição Raízes: Mulheres d’África.

Em comemoração ao Dia da Mulher e Dia do Combate ao Racismo, a mostra expõe trabalhos da artista plástica Lilia Magalhães de Carvalho

A Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, apresenta no dia 8 de março a exposição Raízes: Mulheres d’África. A mostra destaca a participação da mulher negra na sociedade e comemora do Dia Internacional da Mulher (8 de março) e o Dia Internacional da Luta contra Discriminação Racial (21 de março). A exposição segue até dia 22 de março.

As 25 telas da artista plástica Lilia Magalhães de Carvalho resgatam as raízes africanas e apresentam as mulheres atuantes no combate ao racismo. Além do Brasil, os trabalhos de Lilia Magalhães de Carvalho já foram expostos em países da Europa e América do Norte.

Raízes: Mulheres d’África é um projeto do Governo do Estado de São Paulo, em parceria da Secretaria de Estado da Cultura, por meio de sua Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias, com a Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, por meio do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de São Paulo.

Serviço:
Exposição Raízes: Mulheres d’África
De 08 a 22 de março - Abertura será no dia 08 de março às 18:30
Terça a domingo: das 10h às 18h
Local: Museu da Língua Portuguesa
Endereço: Praça da Luz, s/nº, Centro
Tel.: (11) 3326-0775
Entrada franca


quarta-feira, 22 de junho de 2011

quinta-feira, 10 de março de 2011

Rosas Branca para Salomé em Curitiba

A memória brasileira parece formada apenas por homens e mulheres, mas há muito na História oficial que é desconhecido. Poucos sabem, por exemplo, que durante a ditadura, em plena década de 1960, entre militares, revoltas estudantis e muita repressão, viveu Salomé, uma transformista que transgrediu os valores de sua geração. A artista iniciou sua carreira nos anos 1940 e passou pelos momentos históricos mais conservadores do Brasil, sem medo de impor sua sexualidade e sua aura de artista.

E é sobre a vida dessa injustamente esquecida heroína da história LGBTT brasileira que o espetáculo "Rosas Brancas para Salomé" volta ao palcos na capital paranaense. Salomé é uma diva do transformismo, sonhadora, sensível, alegre, divertida e ao mesmo tempo melancólica e solitária, apaixonada pela cantora Ângela Maria. Ela usa a fantasia para disfarçar as angústias, o medo e a solidão. Após o seu show, revive diversos fatos marcantes da sua vida, alguns bem humorados, outros emocionantes, num divertido desabafo em plena noite de Natal.

O espetáculo retrata claramente que o sentimento de solidão pode estar presente em qualquer lugar ou situação, até mesmo durante uma festa com os amigos ou dentro de casa com a própria família. Sabemos que todas as fases de passagem pela vida física nos trazem muitas experiências, onde tudo é passageiro e não permanente, portanto, todas as situações, os encontros e os fatos da vida surgem, permanecem por algum tempo e se vão. Por isso, Salomé, além de mostrar a solidão da personagem e os conflitos de sua existência, propõe também uma reflexão para construir valores como a amizade, a generosidade, respeito e o amor próprio independente da sua condição sexual, religião, cor ou classe social.

No mundo de hoje o que mais se espera é que as pessoas valorizem cada vez mais o ser humano em sua plenitude e com certeza quem assiste ao espetáculo "Rosas Brancas para Salomé" vai entender que muitas coisas na nossa vida são deixadas para depois e quando menos se espera já não influencia mais em nada, como um sorriso, um abraço, um afago, um carinho, um beijo ou até mesmo um pedido de desculpa . Nesse espetáculo, cada um de nós pode se identificar em algum momento ou situação dessa vida divertida e emocionante de Salomé, que, apesar de tudo se revela cada vez mais humana, fazendo um convite à reflexão sobre a forma superficial de ver aqueles que nos parecem diferentes.

Serviço:

Rosas Brancas para Salomé
Memorial de Curitiba no Largo da Ordem
Largo da Ordem, s/n - Centro
Dia 02/04 - 22:00
Dia 03/04 - 13:00
Dia 06/04 - 13:00

domingo, 6 de março de 2011

Cisne Negro

Semana passada, assisti com o meu amigo Eduardo o filme Cisne Negro. O filme conta a história de Nina, uma bailarina que confunde dedicação com obsessão, que não enxerga limites para conseguir o que quer, ou seja, ser perfeita. Porém até mesmo seu ideal de perfeição é alvo de ressalvas. Ela precisa provar para a companhia da qual faz parte que é capaz de incorporar tanto o cisne branco quanto o cisne negro, na nova versão de O Lago dos Cisnes que está sendo montada e que promete apresentar um novo talento após a saída da até então rainha da companhia.

Natalie Portman, luminosa, carrega toda a pressão e sofrimento da personagem em uma silhueta raquítica. Tudo nela é frágil e vulnerável, do tom de voz aos tímidos e medrosos olhares. O restante do elenco, em contrapartida, rivaliza pelo posto de mais ameaçador. Todos intensificam a sensação de que Portman está prestes a quebrar, como uma boneca de porcelana.

Nina é um personagem trágico e Aronofsky levará isso às últimas consequencias, ou seja, ao palco, onde o artista morre para dar vida a outro ser, muito maior e importante naquele espaço físico e temporal. O artista é trágico por definição , substituível e descartável, uma vez que está ali apenas como um meio para um fim. É o que acontece com a rainha da companhia, que deposta de seu trono, começa a ser consumida por vaidade e egoísmo.

O agravante aqui é que Nina é muito mais menina do que mulher. Do seu quarto, em tons de rosa e repleto de bichos de pelúcias, até a maneira submissa com que acata qualquer decisão da mãe, tudo leva crer que a moça de 28 anos ainda não completou sequer uma década de vida. E é logo dessa criança em corpo de mulher que será exigido a dolorosa mutação.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Contracorriente Emociona na Abertura do Festival Mix Brasil de Cinema

Ontem fui na abertura do 18º Festival Mix Brasil de Cinema. O evento foi um sucesso, a sala do CineSesc Augusta ficou pequena para comportar a quantidade de pessoas que estavam prestigiando o evento. Na abertura, foi apresentado o filme “Contracorriente”, do peruano Javier Fuentes León, que estava presente na exibição. Foi o primeiro filme peruano que assisti e confesso que fiquei tocado com a qualidade da fotografia, que ressaltou a beleza da costa peruana e a qualidade do cinema daquele país.

Contracorriente é o primeiro longa de Javier Fuentes León, que estreará no Brasil no ano que vem com distribuição da produtora Festival Filmes. Recomendei o filme para uma amiga, que ficou empolgadíssima, mas depois, conferindo a programação do festival, notei que o filme só foi exibido na ocasião da abertura, uma pena. Por diversas vezes o público aplaudiu o filme, confirmando a escolha assertiva da produção do Festival em abrir o evento com o filme peruano.

O filme conta a história de Miguel (Cristian Mercado), um homem respeitado na vila de pescadores onde vive com a sua esposa Mariela (Tatiana Astengo), que está grávida do primeiro filho do casal. Embora viva bem com a sua esposa, Miguel tem um caso extraconjugal com o artista forasteiro, Santiago (Manolo Cardona), chamado pelas costas pelo povo do vilarejo de “Príncipe Encantado”. Quando a história ganha um rumo sobrenatural, Mariela começa a questionar Miguel, que eventualmente terá que decidir se é homem o suficiente para assumir a sua sexualidade.

Mais do que uma história de uma de amor entre dois homens em meio ao preconceito velado de uma sociedade conversadora e religiosa, contracorriente é um filme que fala de superação e humanidade. Todos os gays que vivem em sociedades ou famílias conservadoras, já viveram um pouco de contracorriente, já se sentiram presos numa sociedade preconceituosa, que não enxergam nada além dos costumes aprendidos e repetidos ao longo dos anos.

Ser “viado” (como diz no filme) é coisa pra homem. Assumir a sua sexualidade e enfrentar a tudo e a todos não é para qualquer um. Existem muitos casos de héteros mal casados, que são infelizes e por sua vez fazem de suas famílias infelizes, por não terem sidos machos o bastante para assumirem que são gays. Vencer o seu próprio preconceito não é para qualquer um, se deitar com outro homem não é assumir um lado feminino, mas é ressaltar a masculinidade que muitos machos que pagam de homofobicos para amigos tentam esconder. Contracorriente é um pedido de libertação para a dignidade humana e sexualidade plena.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

François Sagat é Destaque no 18º Festival Mix Brasil de Cinema

O 18º Festival de Mix Brasil de Cinema começa hoje (11/11) no CineSesc Augusta, com coquetel de abertura e apresentação do filme ““Contracorriente”, de Javier Fuentes-León, às 21hs, apenas para convidados do Festival. O filme “Contracorriente” faturou o Audience Award no Sundance Film Festival e no Miami Film Festival, em 2010. A abertura contará com a presença de Fuentes-León que virá ao Brasil especialmente para a abertura do festival.


Outro grande destaque no Festival é a exibição do filme “L.A. Zumbi”, de Bruce La Bruce. O filme terá uma
sessão especial no “cinemão” Cine Don José, no centro da capital, no dia 12 de novembro, às 21h. O ator François Sagat, protagonista do longa e astro do cinema pornô gay, estará nesta sessão especial a convite dos organizadores do Festival.


O Mix Brasil exibirá mais de uma centena de filmes, incluindo curtas-metragens caseiros, que serão submetidos ao júri popular comandado por Marisa Orth, na 11ª edição do tradicional Show do Gongo. Os interessados poderão se inscrever até às 18h no balcão de credenciamento no dia do evento, 16 de novembro. As gongadas começam às 21h. 

O público também poderá escolher seus preferidos nas categorias Melhor Longa, Melhor Documentário e Melhor Curta-Metragem (brasileiro e estrangeiro) que também receberão o troféu prateado. O “Troféu Ida Feldman” premiará a personalidade que mais se destacar durante o evento. Os filmes da mostra competitiva também serão elegíveis ao “Premio Aquisição Canal Brasil” com prêmio no valor de R$ 15 mil.


O Panorama Internacional, seção do evento dedicada à exibição de novos longas-metragens que estão circulando em festivais internacionais de cinema e no circuito GLBT, apresenta filmes como “Homem no Banho”, de Christophe Honoré. Esta é outra oportunidade para o público conferir François Sagat na tela grande e pessoalmente. Na noite dedicada às meninas, 17, elas poderão conferir a pré-estreia brasileira do longa de arte erótico “Quarto em Roma”, do espanhol Júlio Medem, estrelado por Elena Anaya, a estrela do novo filme de Almodóvar.


No dia do encerramento, 18 de novembro, acontece a cerimônia de premiação desta edição, às 21h, no Cinesesc. Na ocasião, será projetado o filme de Dennis Todoroovic, Sasha, que conta a história de um menino que se apaixona pelo professor de piano, provocando a rejeição de sua família conservadora. Depois que acontecer em São Paulo, o Mix Brasil segue para o Rio de Janeiro, onde começa no dia 26 de novembro.

Veja a programação completa no site do Mix Brasil.

domingo, 10 de outubro de 2010

Pré-Estreias de Como Esquecer pelo Brasil

"Como Esquecer", que estreia em todo o Brasil no dia 15/10, tem pré-estreias nas principais capitais do país. Com direção de Malu de Martino, o filme conta a história de Júlia (Ana Paula Arosio), uma professora de literatura inglesa, que luta para reconstruir sua vida depois de viver uma intensa e duradoura relação amorosa com a enigmática Antônia. Hugo (Murilo Rosa), seu grande amigo, também gay, é quem tira Júlia do seu isolamento e tenta trazê-la de volta à vida.

O filme procura responder "o que é o contrário do amor?". Acredito em um sentimento único. Sempre seremos amados e odiados pelo mesmo motivo, partindo dessa premissa, defendo que o contrário do amor é a ausência desse sentimento, o ódio, assim como o preto e o branco que se dá pela ausência e pela mistura de todas as cores. O término de um relacionamento afetivo, não precisa necessariamente se dar pelo ódio, mas sim por um termo intermediário, pela apatia, quando duas pessoas adultas e bem resolvidas chegam a conclusão que aquela história acabou e se separam, sem a necessidade de machucar um ao outro, provar que está bem se mostrando com outras pessoas e fazer da sua "felicidade" a infelicidade de alguém.

Perder um grande amor é como se tirasse parte do nosso corpo num processo cirúrgico, porém, sem o cuidado anestésico. João Silvério Trevisan, compara a dor da perda de um relacionamento afetivo, com a dor da morte, e na verdade é. Romper um relacionamento, significa a morte de tudo o que foi vivido, a anulação de todos os momentos que estavam por vir, é uma morte em vida. Muitos, como Júlia, vivem fingindo que nada aconteceu, mas por dentro estão destruídos, esperando o tiro de misericórdia dado pela vida, para acabar de uma vez por todas com todo o sofrimento gerado em nome de algo que deveria ser bom e nos trazer paz, em nome do amor.

Saber viver o seu luto, respeitar o momento e detectar quando se aproxima alguém que é capaz de lhe fazer feliz, é voltar a viver. Há tempos atrás, me senti como a Júlia, procurando desesperadamente o que era o contrário do amor e com medo de descobrir tal resposta. O luto é vencido, quando aceitamos que acabou e damos espaço para que o novo se aconchegue. Precisamos nos libertar do velho, nos permitir outros amores e saber que toda história tem começo, meio e fim, mas o amor que temos dentro de nos se perde na imensidão nos nossos sentimentos, e esse é o amor que nunca tem fim. O amor que um dia nos destruiu e depois nos dá forças para continuar.


Horários das Exibições:

SÃO PAULO

- Espaço Unibanco Pompéia 11/10 – às 24:00h
- Arteplex Frei Caneca 11/10 – às 21:10h
- Reserva Cultural 10/10 à 14/10 – às 13:00h
- Playarte Bristol 11/10 – às 23:59h
- Cine Lumiere 10/10 à 14/10 – às 20:55h

RIO DE JANEIRO

- Ponto Cine 10/10 à 14/10 – às 16:00 e 20:00h
- Arteplex Botafogo 11/10 – às 24:00h
- Estação Vivo Gávea 10/10 à 14/10 – às 17:50h

SALVADOR

- Multiplex Iguatemi 11/10 – às 23:10h
- Cinema do Museu 10/10 à 14/10 – às 20:45h

PORTO ALEGRE

- Arteplex 11/10 – às 24:00h

CURITIBA

- Arteplex 11/10 – às 19:30h

Como Esquecer - Debate - São Paulo

- Arteplex Frei Caneca 13/10 - às 10:00h Exibição do Filme às 11:30h Debate
A Mesa de Debate contará com a presença da diretora Malu de Martino e a presença deverá ser confirmada pelo email ivegoncalves@gmail.com.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ana Paula Arósio fala do Filme "Como Esquecer

Com estréia confirmada para o dia 15 de outubro, o filme “Como Esquecer” já é sucesso no Orkut, Twitter, Facebook, You Tube e Flickr, além de ser assunto recorrente em vários blogs e sites do segmento LGBT. Em entrevista, a atriz Ana Paula Arósio, fala sobre a sua personagem, Júlia, uma professora que luta para reconstruir sua vida depois de um relacionamento intenso e duradouro com Antônia. “Julia tenta se fazer de forte o tempo todo, mas é muito sensível. Talvez o que tenha mais me dado dificuldade e tesão de fazer a Julia foi a necessidade de às vezes ser forte e ter poucos momentos de se entregar para a dor”, conta Ana Paula Arósio.

Na tentativa de superar a perda, ela busca o apoio do melhor amigo (Murilo Rosa), enquanto tenta lidar com as investidas de uma aluna (Bianca Comparato) e uma pintora (Arieta Corrêa). Ana Paula se sai muito bem num papel difícil, conferindo profundidade a uma Julia que, nas mãos de uma atriz menos talentosa, seria simplesmente antipática. Ela torna a dor e a dificuldade de se envolver de sua personagem reais.

"Como Esquecer" (Brasil, 2010, 99 minutos)
Direção: Malu de Martino
Elenco: Ana Paula Arósio, Murilo Rosa, Natália Lage, Arieta Corrêa, Bianca Comparato, Pierre Baitelli.
Classificação: 16 anos

Em Exibição No Festival de Cinema do Rio de Janeiro
Quinta - 30/09 - Cine Odeon Petrobras - 21h45
Sexta - 01/10 - Pavilhão do Festival - 15h
Sábado - 02/10 - Estação Vivo Gávea 3 - 17h50
Sábado - 02/10 - Estação Vivo Gávea 3 - 22h10

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Alexandre e Heféstion Encerra sua Temporada em São Paulo

Nesse sábado, 18/09, encerra a temporada do espetáculo Alexandre e Heféstion. Alexandre, o maior conquistador de todos os tempos nunca foi derrotado, a não ser pelas coxas de Heféstion. Alexandre e Heféstion são homens, dois homens que se amam profundamente, um amor tão puro que não mancha a valentia e a virilidade do grande rei e guerreiro Alexandre. Como réplica do amor vivido pelo herói Aquiles e seu companheiro Patroclo, Alexandre e Heféstion vivem uma relação pura, plena e poética.

Beijos, abraços e sexo são manifestações do desejo, mas estão longe de pode representar o amor vivido por esses dois grandes guerreiros. Eles cultivam um amor que vai além de qualquer desejo conhecido, semeiam a cumplicidade, a intimidade, o discernimento e a sensibilidade. Alexandre e Heféstion travaram longas batalhas, mas não permitiram que à distância e o desejo fossem o motor que movem suas histórias.

Alexandre pode, em alguns momentos, ser destemido, corajoso, impulsivo, violento, o maior de todos os conquistadores, mas é acima de tudo humano e para ser assim, manteve o amor próximo dos seus olhos e se deixou regular por ele, refugiando-se quando precisou de segurança. Todo amor passa por provações e dificuldades, para Alexandre e Heféstion, essa provação se apresenta na figura de Roxana, esposa de Alexandre, uma mulher destemida e corajosa, que enfrenta o poder do seu rei para separá-lo do seu grande amor. Alexandre e Heféstion é uma história de amor, representada na sua forma mais sublime.






Ficha Técnica:

Direção: Edu Rodrigues
Produção: Joice Hilário
Elenco: Tercio Genarri, Rômulo Genarri e Rosana Borges
Coordenação Artística: Silvana Lopes
Criação de Luz: Pedro Bixiga
Cenário: Ernesto Rodrigues
Figurinos: Eva Valente
Som e Luz: Joice Hilário
Realização: ER Produções e Grupo Tenda

Serviço:

Encerramento da Temporada
Sábado 18/09, às 21 horas
Local – Studio 184 - Pça. Franklin Roosevelt, 184 - República
Informações - (11) 3259-6940
Ingressos - 30 reais (15 meia entrada)
Lotação – 100 lugares
Duração - 60 minutos
Recomendação - 16 anos
Informações para Imprensa:

Edu Ribeiro: 9411-5305
Joice Hilário: 9209-7500
Cia Profana: 2931-6738

sábado, 11 de setembro de 2010

Blue Space Apresenta Releitura dos Anos 50 com hit de Beyoncè

No próximo sábado (18), a boate Blue Space localizada em São Paulo apresenta noite especial com show inspirado em vídeo clipe da cantora americana Beyoncè. A apresentação faz uma releitura para o clipe do single 'Why Don't You Love Me' e tem como estrela a drag Yuri Mix com performance que conta com bailarinos travestidos de mulheres e com roupagem dos anos 50.

Em alguns momentos da noite o público poderá acompanhar a estrela Beyoncè nos telões espalhados pela casa e assim fazer um comparativo com os detalhes da mega produção para o show.

A noite ainda conta com as performances de Alexia Twister, Lysa Bombom, Danny Cowlt, Natasha Rasha, Stefani di Bourbon e Thalía Bombinha. Os gogo boys e o ballet Blue Space completam o elenco considerado o maior e melhor para o público gay no Brasil.

A casa inicia as atividades a partir das 23h e os shows estão agendados para iniciar as 02h. Os DJs residentes são os tops Robson Mouse e Breno Barreto.

Serviço:

Rua Brigadeiro Galvão, 723 - Barra Funda – SP

Sábado - 18 de Setembro (23h)
Show Especial: Yuri Mix
Show de Elenco: Alexia Twister, Lysa Bombom, Danny Cowlt, Natasha Rasha, Stefani di Bourbon e Thalía Bombinha.
DJs: Robson Mouse e Breno Barreto

Domingo - 19 de Setembro
Show: Alexia Twister, Yuri Mix, Lysa Bombom, Danny Cowlt, Vitoria Principal, Stefani di Bourbon e Thalía Bombinha
Djs: Robson Mouse e Herbert Tonn

Preços:
R$ 18 (com flyer)
R$ 26 (sem flyer)
* Desconto somente para homens