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sábado, 25 de abril de 2015

Meu Ibira: O presente é todo nosso

Um dos orgulhos dos paulistas e paulistanos, é o Parque do Ibirapuera. Um verdadeiro pulmão de resistência, na maior cidade da América Latina e que parece um verdadeiro coração de mãe. Todo mundo se encontra no Ibira e convivem muito bem.

Pensando nesses frequentadores, apaixonados pelo Ibirapuera, a Rede Globo resolveu presentear a cidade com o aplicativo "Meu Ibira". A interação do app é bem parecida com a do Facebook, com um mural onde podemos visualizar as atividades dos amigos. Na categoria explorar, encontramos as atividades do parque, divididas em categorias, como esporte, bem-estar, cultura, brincadeiras, natureza, entre outros. Um grande diferencial do app é um mapa, onde encontramos todos os pontos interessantes, com fotos e curiosidades do parque.

Um dos meus cantinhos prediletos do Ibirapuera, é o Museu AfroBrasil, dedicado a valorização da cultura negra, o museu conta com várias exposições itinerantes e uma permanente, sobre a história do orixás. Todas as vezes eu vou ao parque, tenho que ir ao Museu.

Também gosto muito da fonte, presente do Grupo Pão de Açucar, na ocasião do aniversário de 450 anos da Cidade de São Paulo. Sentar no gramadinho e ficar vendo o show pirotécnico, é arrebatador. Tem também o "Planetário", que marcou a infância de quase todos os moradores de São Paulo. O parque é um dos pontos mais democráticos da cidade, onde todas as tribos se encontram.

A aplicação ainda está muito lenta. Tive que tentar algumas vezes para concluir o meu cadastro. Como o app foi lançado hoje, deve estar enfrentando alguns bugs. Também não consegui localizar os meus amigos, talvez nenhum tenha baixado. Seria muito bom se a Secretaria de Estado da Cultura desenvolvesse um app parecido. Temos um ótimo circuito cultural na região central, pouco aproveitado pela população.


sábado, 28 de junho de 2014

Domingo na Praça: Um relato após os 45 anos do levante de Stonewall


Era um domingo azul de março de 2014. O programa do dia previa uma caminhada pela high line, uma passada no Chelsea Market e um passeio por Greenwich Village.

A cidade ainda estava encoberta pela última neve do inverno, e o dia bem gelado. “Foi um inverno rigoroso”, afirmaram os americanos. Mas a capital do mundo não perde seu encanto mesmo em dias cinzentos. 

No final do percurso, a ansiosa passagem por Stonewall Place. De repente eu estava ali naquela pracinha onde tudo se passou. Uma forte emoção tocou conta de mim. Impossível não se emocionar com as estátuas em homenagem aos que tomaram a frente da luta dos direitos dos cidadãos LGBTs e se insurgiram contra a ordem instituída que os proibia de ir e vir, de ser quem se deseja ser e de amar. 

Sentei num dos bancos da praça e fiquei um bom tempo admirando tudo e tentando imaginar aqueles dias de junho de 1969. Ao lado, duas garotas fotografavam. No outro banco, uns rapazes brincavam com a neve. Na rua ao lado, o barulho de um grupo de pessoas que aguardavam a fila de um restaurante chamava a atenção, o horário de almoço se aproximava. 

Fotografei a praça e caminhei até o bar stonewall Inn, o bar onde tudo começou. Fiquei ali por um tempo observando o local. Um momento mágico. Seria mais um bar na cidade, não fosse um marco na história de uma luta. Uma luta à liberdade de expressão, à igualdade, à vida, ao amor e à felicidade. 

Saindo de stonewall seguimos pelos arredores tentando seguir o curso dos dias de 1969. No entorno as placas com nome das ruas homenageia e lembra os cidadãos LGBTs de ontem e de hoje. 

Nos despedimos apressadamente da região, um almoço nos aguardava com a ativista Márcia Rocha, a acadêmica Berenice Bento e a bela Joyce Lee, que eu conheci naquele dia e de quem tenho tido a felicidade de trocar a amizade. 

Nova York não foi mais a mesma desde aqueles dias de junho de 1969, o mundo também passou a contar uma história de afirmação, de visibilidade e de lutas em defesa dos direitos de uma população. 

A praça de guerra de Greenwich Village parecia uma praça de paz naquele domingo de março. Até a neve ajudou no cenário. Mas os dias de junho de 1969 estão ali, presentes na memória de cada banco, de cada esquina e de cada rua. 

A luta continua, e as pedras no caminho também. 45 anos se passaram desde a conhecida Revolta de Stonewall, quando a população LGBT se juntou para resistir aos maus tratos da polícia contra essa comunidade. Muita coisa mudou, mas há muito a conquistar. Transportar cada pedra na tentativa de trilhar um caminho menos pedregoso é tarefa de todos e todas comprometidos o ser humano.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Facebook lança pacote gratuito de stickers em comemoração ao mês do Orgulho LGBT


Usuários de todo o mundo poderão baixar gratuitamente o pacote “pride”, orgulho na versão brasileira, de figurinhas alusivas ao orgulho gay no Facebook Messeger. São 28 imagens com arco-íris, casais do mesmo sexo e até uma drag queen negra, claramente inspirada em Ru Paul.

O pacote traz ainda família gay, gays idosos, casamento e um monte de coisinhas legais. Para baixar o pacote para seu aplicativo basta acessar a loja de “emoticons”, uma cesta de compras à esquerda quando você vai enviar as figurinhas.

“Estamos celebrando o Orgulho adicionando estas figurinhas gratuitas do Facebook Messenger na loja de figurinhas. Sentimos isto como uma maneira que podemos fazer o Facebook um lugar melhor onde as pessoas podem expressas suas identidades autênticas. Feliz Orgulho!”, anunciou a página do Facebook Diversity ao anunciar a novidade na sexta-feira passada. 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

O Quilombo da Barra Funda está em festa! Camisa Verde e Branco celebra seus 100 anos

Ontem fui na celebração que abriram as comemorações dos 100 anos de história da Camisa Verde e Branco. O início remonta a 1914, quando foi criado o "Grupo Carnavalesco Barra Funda", liderado por Dionísio Barbosa, filho de escravos e um dos primeiros negros a nascerem livres no Brasil. Nesse grupo carnavalesco, os homens saíam pelas ruas do bairro da Barra Funda vestidos de camisas verdes e calças brancas.

Durante o Estado Novo, os integrantes do Grupo Carnavalesco Barra Funda foram confundidos com simpatizantes da Ação Integralista Brasileira, partido político de Plínio Salgado, e por isso perseguidos pela polícia de Getúlio Vargas, até deixarem de desfilar em 1936. De certa forma, para época, esse grupo era considerado um Quilombo urbano devido às características e costumes de seus integrantes.

Foi uma festa muito bonita, com a presença do Grupo de percussão feminina Ilú Obá de Min. Gostei muito da temática que destaca a história do Bairro da Barra Funda e a valorização da Cultura Negra. Nesse Carnaval de 2014 para entrar na passarela do samba, a Camisa Verde e Branco pedirá a licença a todos os Orixás, Deuses, Santos e aos Mestres Dionísio Barbosa, Seu Inocêncio Tobias, Dona Sinhá e Carlos Alberto Tobias, pois o Quilombo está em festa e a Camisa Verde e Branco celebra 100 anos de história.

sábado, 13 de abril de 2013

Floriano Pesaro comemora aniversário em Clube Gay

Floriano Pesaro, líder da bancada do PSDB, comemora seus 45 anos no Clube Glória, tradicional Clube Gay Paulistano. A festa está marcada para esse domingo (14) e conta com a participação do DJ André Pomba, que assume as "pickups" às 21 horas, com promessa de ser o ponto alto da festa.

Em declaração a Revista Veja, Floriano anuncia “vou tocar As Frenéticas e Edson Cordeiro, meus artistas preferidos” e destaca “sou baladeiro desde sempre e não tenho nenhum preconceito”.

O vereador pediu presente e por uma boa causa. Na entrada da festa haverá coletores da "Campanha do Agasalho", com toda a doação sendo revertida para obras sociais.

Floriano tem se inclinado muito em seu mandato na questão dos Direitos Humanos, colocando pautas importantes na Câmara Municipal de São Paulo. Recentemente, o vereador apresentou um projeto de lei muito abrangente na questão de garantias de direitos e resgate da cidadania LGBT. Trata-se de um Plano de Enfrentamento a Homofobia, com propostas elaboradas pela sociedade civil, na ocasião da II Conferência Municipal LGBT de São Paulo.

A Drag Dindry Buck, não esconde de ninguém que é Florianete de carteirinha e deixa um recado para o vereador, desejando a ele "toda felicidade do mundo. Obrigada por estar representando tão bem a população paulistana (prova disso é seu segundo mandato como vereador). Feliz por você compartilhar esse momento junto a comunidade LGBT paulistana (afinal a festa será no Clube Glória), isso só reafirma seu compromisso pela construção de uma sociedade em que todos possam se respeitar e viver em harmonia. Você por ser judeu e saber o quanto dói o preconceito sabe o quanto nós LGBT temos que lutar e o que estamos passando ultimamente a nível nacional. O aniversário é seu, mas sinto como que ganhando um presente. Obrigada por tudo. Felicidades sempre! Força, coragem e Saúde!".

Também desejo ao vereador toda a felicidade do Mundo. Tenho acompanhado diariamente a rotina parlamentar do Floriano desde meados do ano passado, já conhecia a sua atuação e tive uma aproximação maior na articulação do veto do "Dia do Orgulho Hétero", ocasião que o vereador convidou a Comunidade LGBT para uma audiência pública e articulou o veto com o Prefeito Gilberto Kassab. Como militante LGBT, também me sindo presenteado e orgulhoso por ter em São Paulo um vereador como o Floriano Pesaro.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Estou Aqui, Novamente

Sempre tive a sorte de ser rodeado por pessoas muito queridas e que me ajudaram nos momentos mais difíceis de minha vida. Amigos que são verdadeiros irmãos. Irmãos escolhidos a dedo. Verdadeiros presentes de Deus. Costumo dizer que amigos são os irmãos que temos o privilegio de escolher e tenho que agradecer por estar bem abastecido nesse sentido.

Esperar um ato de carinho de uma pessoa próxima, é totalmente previsível. Porém quando essa mão que afaga vem do desconhecido, somos pegos de surpresa e nos sentimos ainda mais querido. Já tem alguns anos que vi esse vídeo no YouTube, que faz menção ao meu blog e hoje, sem muito o que fazer na internet, o procurei para rever.


Não faço a mínima ideia de quem possa ter feito a homenagem ao meu blog e com qual intuito a mensagem "Estou Aqui" foi passada, mais confesso que fiquei feliz. Acabei negligenciando esse espaço por muito tempo, desviei o foco original desse espaço e literalmente desapareci, porém, "Estou Aqui" novamente, para dar o tom que esse blog tinha há alguns anos e voltar a sentir tantos prazeres que ele me proporcionou.

Passei por momento que não foram fáceis. Tive que matar muitos leões com a unha, mais a parte mais difícil e que ainda tem sido, é desviar das antas. Nesses momentos procurei me desconectar com tudo que me ligava a uma vida que tinha rompido e esse blog era uma delas. Hoje consigo olhar tudo como algo que passou com parcimônia e se houvesse a opção de voltar, não voltaria. 

Tudo foi um crescimento maravilhoso, um aprendizado singular, que agora estão apenas nas minhas memórias. Não sei se esse vídeo foi em menção a algum episódio turbulento que aconteceu em minha vida, penso que sim. O passado ficou de lado e agora chegou a vez de dizer: "Estou Aqui", novamente.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Exposição Jorge Amado no Museu da Língua Portuguesa

Ontem fui na abertura da exposição "Jorge Amado", no Museu da Língua Portuguesa. A exposição inclui fotografias, manuscritos, filmes, jornais, cartoons, documentos, correspondência e objetos de uso pessoal do escritor.

A mostra dará destaque à trajetória política do autor. Comunista convicto até ao fim da vida, Jorge Amado foi deputado federal de São Paulo pelo Partido Comunista Brasileiro (1945). A sua filiação ao partido e a sua postura política, principalmente, fê-lo um dos escritores mais visados pela censura no Brasil e em Portugal, durante a ditatura nos dois países. A exposição inclui trechos de jornais sobre a sua atuação parlamentar e fotografias das suas viagens por países comunistas.

A exposição fica no museu até o dia 22 de julho – depois, segue para o Museu de Arte Moderna da Bahia. A mostra ocupa o primeiro andar inteiro do museu e também parte do segundo. Livros e terminais poderão ser consultados pelos visitantes.

A mostra é dividida em módulos distintos, cada um dedicado a um aspecto da vida do autor. O primeiro espaço é dedicado aos personagens; o segundo, apresenta a faceta política do autor; o terceiro discute a miscigenação e o sincretismo religioso; o quarto é dedicado à malandragem e à sensualidade; o quinto apresenta a Bahia; há ainda um espaço para depoimentos de amigos e uma cronologia da vida do autor.

Serviço:

Exposição Jorge Amado 
Quando: de 17 de abril a 22 de julho - de terça-feira a domingo, das 10h às 18h
Onde: Museu da Língua Portuguesa - Praça da Luz, s/nº Centro - São Paulo - SP
Quanto: R$ 6 para o público em geral / R$ 3 para estudantes. Aos sábados os ingressos são gratuitos

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Exposição Raízes: Mulheres d’África.

Em comemoração ao Dia da Mulher e Dia do Combate ao Racismo, a mostra expõe trabalhos da artista plástica Lilia Magalhães de Carvalho

A Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, apresenta no dia 8 de março a exposição Raízes: Mulheres d’África. A mostra destaca a participação da mulher negra na sociedade e comemora do Dia Internacional da Mulher (8 de março) e o Dia Internacional da Luta contra Discriminação Racial (21 de março). A exposição segue até dia 22 de março.

As 25 telas da artista plástica Lilia Magalhães de Carvalho resgatam as raízes africanas e apresentam as mulheres atuantes no combate ao racismo. Além do Brasil, os trabalhos de Lilia Magalhães de Carvalho já foram expostos em países da Europa e América do Norte.

Raízes: Mulheres d’África é um projeto do Governo do Estado de São Paulo, em parceria da Secretaria de Estado da Cultura, por meio de sua Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias, com a Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, por meio do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de São Paulo.

Serviço:
Exposição Raízes: Mulheres d’África
De 08 a 22 de março - Abertura será no dia 08 de março às 18:30
Terça a domingo: das 10h às 18h
Local: Museu da Língua Portuguesa
Endereço: Praça da Luz, s/nº, Centro
Tel.: (11) 3326-0775
Entrada franca


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

“Sampa na luta contra a homofobia” na Banda do Fuxico

A Secretaria de Participação e Parceria (SMPP) apoiará a 11ª edição da Banda do Fuxico no próximo dia 27 no Largo do Arouche. A Banda é realizada pela Associação Recreativa e Cultural Bloco Carnavalesco Banda do Fuxico e este ano têm como tema “Reis e Rainhas a Banda chegou para acabar com a homofobia”.

A Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (CADS) da SMPP vai aproveitar a festividade para divulgar a campanha: Sampa na luta contra a homofobia. A intenção da Coordenadoria é aproveitar as festas de carnaval em toda a cidade para promover o símbolo da campanha.

Inspirado no laço que lembra a luta contra a Aids, a SMPP criou como identidade visual para a campanha, um laço nas cores do arco iris, um dos símbolos que representam a comunidade LGBT, para lembrar das vítimas de homofobia e da luta contra estes atos.

A campanha Sampa na luta contra a homofobia terá como embaixatriz a rainha do carnaval 2011 de São Paulo, Luana Campos, representante da primeira escola reconhecidamente e assumidamente gay da cidade, a Escola de Samba Arco Íris.

Para divulgar a campanha serão distribuídos materiais informativo e adesivos. A Campanha também estará presente em outras ações neste carnaval como o Baile da Diversidade, no desfile de abertura do Carnaval de São Paulo no bloco da SMPP e nas diversas mídias sociais e sites especializados da comunidade.

A festa da Banda do Fuxico é um evento gratuito e homenageia os antigos carnavais de rua, ao som de marchinhas, sambas enredo e músicas atuais. Além de servir de espaço sócio-cultural para artistas LGBT, que desejam realizar trabalhos sociais e intervenções com a comunidade.

Serviço:

Banda do Fuxico – Campanha “Sampa na Luta Contra a Homofobia”

Quando: 27/02
Horário: concentração a partir das 12h com saída do trio elétrico às 18h.
Apresentação de artistas, personalidades e da bateria da Escola de Samba Arco-Íris
Onde: Largo do Arouche – Centro de São Paulo

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Movimento LGBT de Luto: Morre Claudia Wonder aos 55 Anos

Nascida em 1960, na cidade de São Paulo, Claudia Wonder foi uma artista, escritora, colunista e militante transexual brasileira pelos Direitos Humanos LGBT. Claudia descobriu a sua transexualidade ainda na adolescência, começou sua carreira artística fazendo shows em boates e logo estreou no teatro e no cinema. Ainda adolescente contracenou com grandes nomes nacionais, entre eles, Tarcísio Meira e Raul Cortez.

Na militância, coordenou o Grupo de Estudos da identidade de Gênero Flor do Asfalto. Também trabalhou como monitora de abordagem e comunicação do Centro de Referência da Diversidade no projeto Cidade Inclusiva, uma parceria do governo da cidade de São Paulo com a União Europeia. Durante seis anos, atuou como colunista e repórter da revista G Magazine e do site G.Online.
 
Em 2008, lançou pelas Edições GLS o livro Olhares de Claudia Wonder. Na obra, ela descortinou o universo trans e mostrou que encarar a diversidade é a única forma de superar o preconceito. Entre histórias engraçadas e trágicas, perfis e entrevistas, Claudia abordou temas espinhosos — como a humilhação a que estão permanentemente expostas as minorias sexuais —, mas também revelou caminhos possíveis, sempre permeados pela dignidade.

Uma das pioneiras do movimento trans no Brasil, faleceu na manhã desta sexta-feira, 26, em decorrência de uma criptococose (Doença do Pombo), que é o fungo encontrado principalmente nas fezes de pombos. Claudia estava internada no Centro de Referência e Treinamento (CRT) DST/AIDS de São Paulo, na Vila Mariana, desde o começo de outubro último. Apesar da manifestação do desejo em ser cremada, a família de Claudia Wonder é contra e ela será velada na Secretária da Justiça do Estado de São Paulo, localizada no Pátio do Colégio e enterrada no cemitério da Vila Alpina, em São Paulo.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Porque não Voto em Dilma Rousseff

Para quem não sabe porque o nome de uma das Ruas no Ibirapuera se chama Sargento Mário Kozel Filho. Todos devem saber e lembrar.

Mário Kosel Filho nasceu em 6 de julho de 1949, em São Paulo. Era filho de Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel. Fazia parte do Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, fundado pelo padre Silveira, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, no bairro de Indianópolis, do qual faziam parte mais de 30 jovens. O símbolo do grupo, uma rosa e um violão foram idealizados por Mário Kosel, que era carinhosamente chamado de Kuka.

Kosel, fazia parte da 5ª Companhia de Fuzileiros do 2º Batalhão, no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares, em Quitaúna teve a vida brutalmente ceifada, na madrugada de 26 de junho de 1968, em um atentado terrorista vil e covarde, posto em prática por grupos radicais de esquerda, formados por muitas das pessoas que estão no poder hoje.

Dilma Rousseff era uma das 2 mulheres que estavam dentro do carro que jogou a bomba em cima de Kosel, que morreu sem a menor chance de defesa, pois estava de costas verificando se havia feridos dentro do outro carro que colidiu com um poste, após os tiros de advertência do soldado Rufino.

Talvez o corpo despedaçado de Kosel assombre a mente de Dilma Rousseff, talvez não, mas cabe aos brasileiros usarem a consciência e não colocarem o país nas mãos dessa mulher, pois quem participou do assassinato de um verdadeiro servidor da pátria, JAMAIS pode se tornar presidente do Brasil.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Conhecendo a História do Sargento Fernando

Na revista Época de 2 de junho de 2008, dois Sargentos que se conheceram no Exército revelaram o relacionamento que mantêm há mais de uma década. Trata-se de um marco na história das Forças Armadas brasileiras, pois é o primeiro casal gay a se assumir como tal ainda dentro da instituição. A aparição mais polêmica e tumultuada foi no programa ao vivo da RedeTV em 4 de junho, de onde Laci saiu preso e algemado, acusado de deserção.

A briga dos sargentos cresceu, engrandeceu, e, ganhou mais dignidade quando o Exército passou a tratá-los como inimigos perigosos, mobilizando aparato e forças incomuns no trato de questões de suposta deserção. O Sargento Fernando denunciou o fato dos militares humilharem seu companheiro Laci com o uso de algemas nos tribunais, como se ele fosse perigosíssimo, quando ao mesmo tempo deixaram circular, livre de algemas, o tenente acusado de entregar garotos de uma favela a traficantes do Rio para sempre trucidados.

O Sargento Laci só conseguiu sair da prisão, onde passou 37 dias, após o STF lembra à Justiça Militar que as leis do Exército não se sobrepõem às leis do país.

Toda humilhação, perseguição e maus tratos que sofreram para não ter sido suficiente. Após a denúncia pública de que o Sargento Laci havia sido torturado por militares do Exército, ambos os Sargentos foram condenados, perante a justiça militar, por "ofensa" a "honra" das Forças Armadas. Os processos seguem em grau de apelação junto ao STF e os militares sonham com o dia que poderão transpor a barreira do ódio gratuito, intolerância e do preconceito.

A história do casal é narrada por Fernando no livro: "Soldados não Choram", Ed. Globo, e, hoje, além de atuar em entidades de direitos humanos no Estado de São Paulo, o Sargento Fernando encontrou uma outra forma de batalhar por mudanças. De forma corajosa resolveu aceitar o convite do PSB para ser o próximo Deputado Federal do Estado de São Paulo.

sábado, 11 de setembro de 2010

Blue Space Apresenta Releitura dos Anos 50 com hit de Beyoncè

No próximo sábado (18), a boate Blue Space localizada em São Paulo apresenta noite especial com show inspirado em vídeo clipe da cantora americana Beyoncè. A apresentação faz uma releitura para o clipe do single 'Why Don't You Love Me' e tem como estrela a drag Yuri Mix com performance que conta com bailarinos travestidos de mulheres e com roupagem dos anos 50.

Em alguns momentos da noite o público poderá acompanhar a estrela Beyoncè nos telões espalhados pela casa e assim fazer um comparativo com os detalhes da mega produção para o show.

A noite ainda conta com as performances de Alexia Twister, Lysa Bombom, Danny Cowlt, Natasha Rasha, Stefani di Bourbon e Thalía Bombinha. Os gogo boys e o ballet Blue Space completam o elenco considerado o maior e melhor para o público gay no Brasil.

A casa inicia as atividades a partir das 23h e os shows estão agendados para iniciar as 02h. Os DJs residentes são os tops Robson Mouse e Breno Barreto.

Serviço:

Rua Brigadeiro Galvão, 723 - Barra Funda – SP

Sábado - 18 de Setembro (23h)
Show Especial: Yuri Mix
Show de Elenco: Alexia Twister, Lysa Bombom, Danny Cowlt, Natasha Rasha, Stefani di Bourbon e Thalía Bombinha.
DJs: Robson Mouse e Breno Barreto

Domingo - 19 de Setembro
Show: Alexia Twister, Yuri Mix, Lysa Bombom, Danny Cowlt, Vitoria Principal, Stefani di Bourbon e Thalía Bombinha
Djs: Robson Mouse e Herbert Tonn

Preços:
R$ 18 (com flyer)
R$ 26 (sem flyer)
* Desconto somente para homens

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Wake Me Up When September Ends

Hoje, passei boa parte do dia cantando mentalmente a música “Wake Me Up When September Ends”. É uma das músicas do Green Day que eu mais gosto. Adoro o trabalho da banda, uma pena nunca ter ido a um show da banda, espero poder ir na apresentação agendada no Anhembi, no dia 20 de outubro.

A música conta à história de um garoto, que perde o seu pai na guerra no mês de setembro e depois do fato, o seu pedido quando chegavam os meses de setembro era “Me Acorde Quando Setembro Acabar”. Os anos foram passando, a inocência acabou, sete anos passaram muito rápido, assim como as chuvas e as estrelas, o que não passou foi à dor encharcada no coração.

Seu pedido reincidiu, “Me Acorde Quando Setembro Acabar”, o verão chegou e passou, assim como a inocência que não durou, passaram-se as primaveras, com a mesma velocidade que se passaram vinte anos, mas o desejo de “Me Acorde Quando Setembro Acabar”, não passou.

A música é linda, me remete há vários momentos da minha vida, em que eu desejei ser acordado na calmaria, na tranqüilidade do esquecimento da evasão. A questão é que sempre acordamos e o objeto da nossa fuga sempre estará presente em nossas vidas. Dormir, fazer de conta que nada aconteceu, não adianta nada, temos que encarar os nossos monstros de frente, mesmo que para isso passemos todos os meses de setembro enlutados em nossa dor.

Billie Joe compôs a música em homenagem ao seu pai, um músico de jazz, que morreu quando ele (Billie Joe) tinha apenas 10 anos de idade. Como qualquer outro evento traumatizante, Billie Joe nunca realmente se recuperou, e não consegue acreditar que vinte anos já se passaram desde aquele dia. Apesar de já estar em melhor estado hoje, ele nunca irá esquecer o que lhe foi tirando no mês de setembro.

O video clipe de "Wake Me Up When September Ends" aborda um cenário de guerra. O vídeo tem 7 minutos, e a música não começa até 1:43. É o primeiro clipe da banda que mostra um dos integrantes de apoio, além do trio original, o guitarrista Jason White. O video clipe também é considerado como um curta metragem. Tudo começa como título da música e, ao fundo, um casal de adolescentes (interpretados por Jamie Bell e Evan Rachel Wood) juntos em um campo.

O vídeo sai um pouco do sentido original da música, e se focaliza no casal de adolescentes, enquanto o namorado promete que nunca vai deixar sua namorada. No terceiro minuto, a namorada começa uma discussão sobre algo que ele fez. Presumidamente, o namorado se alista nas Forças Armadas. O vídeo mostra o namorado sendo encruzilhado pelas forças inimigas. Enquanto isso, a namorada fica esperando para que seu namorado volte para a casa. O clipe tem um final aberto, deixando que o público pense sobre o que ocorreu com o jovem combatente.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A Exposição Coletiva Eroscivilização

No próximo dia 25 de agosto acontece a vernissage de abertura da exposição eroscivilização e ficará aberta à visitação pública até 30 de setembro, no Casarão Brasil, em São Paulo - Capital, com a curadoria de Robert Richard, presidente da ABAPC - Associação Brasileira dos Artistas Plásticos e de Colagem A exposição eroscivilização reúne o trabalho de cinco artistas plásticos que trouxeram para suas obras o erótico, uma visão particular de cada um deles sobre os caminhos pelos quais o erotismo vem permeando a história da civilização até a contemporaneidade, seja sob o aspecto mítico, espiritual, cultural, sensorial, tátil, histórico, sexual ou social.

Os artistas, Adriana Rizkallah, Fernanda Rodante, Thereza Carvalho, Nino Millán e Antonio Rodante contemplam o erotismo na sua arte não como fim, porém como caminho de vida, como privilégio do homem - único ser dotado dessa possibilidade para explorar todas as formas de prazer a partir do seu corpo, da relação com o corpo do outro ou ainda da imaginação desses corpos.

O trânsito do erotismo através da civilização nem sempre foi tranquilo. Até hoje é vítima do tabu, promovido pelas instituições em geral e pelo homem em particular na sua impossibilidade de se expressar. Em contrapartida, o erotismo também é arma poderosa de resistência contra as travas políticas e morais de qualquer ordem, da cultura de massa, na sociedade moderna e contemporânea que reduziu o sexo a objeto de consumo, destituindo-o do seu papel primordial como meio de expressão da liberdade, de prazer e de felicidade, simplesmente .

O erotismo, no seu poder intrínseco de estimular fantasias, desponta como crítica e sua negação leva à castração e às enfermidades de tudo aquilo que compõem a existência do homem: mente, corpo e espírito - a própria vida, quando interdito.

A Exposição eroscivilização é a representação artística desse dom original concedido pelos Deuses ao homem para seu deleite, no olhar particular de cada um desses artistas. Também, a exposição chama a atenção para o exercício da liberdade do erotismo com os cuidados nas relações sexuais, para a prevenção dos riscos para com a saúde do corpo, para o comportamento responsável de quem exerce a sexualidade, em todas as suas formas de prazer, preservando a si e ao outro, numa atitude de respeito, de consciência desse legado erótico, sem o qual a vida não teria valia.

Os artistas Adriana Rizkallah, Fernanda Rodante, Thereza Carvalho, Nino Millán e Antonio Rodante revelam seu olhar sobre os caminhos do erotismo na civilização em sua arte, agregando um prazer a mais, o da beleza estética, ao entendimento do erótico a que cada um de nós tem o direito e o privilégio de exercer.

AVE EROS!

Feminino - A obra de Adriana Rizkallah (são esculturas e estruturas em papel machê), revela o erotismo pela forma e pelo viés feminino, a marca de seu trabalho. Os elementos com que Adriana constrói suas peças sugerem o erótico seja pelo espaço vazado, pela utilização constante dos círculos e pelas formas que se assemelham ao feminino, aliando a elas a possibilidade do toque, a instância tátil tão estimuladora do erotismo a partir do corpo feminino.

Alegria - As pinturas de Fernanda Rodante são um convite ao erotismo nos entrelaçamentos dos personagens que habitam suas telas como o palhaço e a bailarina, em malabarismos cubistas - uma visão de alegria que ela também transpõe para locais inusitados, nas telas, para o desenho em cerâmica e para os objetos mais banais do cotidiano, como um avental.

Arte&Fetiche - Thereza Carvalho (escultura, pintora e desenhista), joga com a relação triangular: liberdade, fantasia e imaginação, para desconstruir a função original das coisas. Ela extrai desses novos objetos construídos a partir dessa desconstrução o fetiche, dialogando com artistas como Louise de Borgeois, Niki de Saint Phale, René Magritte. A artista utiliza o "realismo mágico" para provocar estranhamento sobre os objetos e utilizá-los como fetiche, ampliando a possibilidade de erotismo na arte.

Desejos - As esculturas em ferro de Nino Millán são inspiradas no comportamento humano e no amor. Desejos, entre abraços e beijos, revelam formas sensuais quando o amor se intensifica no jogo das pressões e arranhões, sintomas daqueles que estão intensamente apaixonados, um só corpo, uma só alma. Estes jogos sobre o amor traduzem as famosas posições do Kama Sutra.

Cenas - As obras de Antonio Rodante são de técnica mista, híbridas de foto, colagem e acrílico. São cenas cotidianas do imaginário voyer: lugares comuns (Mercado Municipal, ponto de ônibus, Museu do Ipiranga e uma esquina do extinto Largo da Batata), flagrando personagens em situações incomuns. Uma das telas retrata um frame de filme erótico, desses que fazem número em sites free de sexo.

Serviço:

Abertura: Exposição eroscivilização Dia 25 de agosto às 19h. – quarta-feira
Local: Casarão Brasil - Rua Frei Caneca, nº 1.057 - São Paulo- SP
Horário de visitação: de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, com entrada gratuita.
Informações, fone (11) 3171-3739

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Beyoncé Posa Seminua e Tatuada

Beyoncé parece ter se inspirado no penteado da colega Rihanna para compor o visual das fotos que fez para a nova campanha da House of Dereon, grife que tem com a mãe. Mais loira e com um topete no estilo moicano, Beyoncé completou o look com uma série de tatuagens na cor preta, tais como aranhas e caveiras.

O adorno acompanhava looks como uma calça justa e com aplicações de tachas, e, assim como a maquiagem, tudo em clima um tanto quanto sombrio e punk.

Glamorosa como sempre, a cantora se equilibrou em saltos enormes em cima de uma moderna moto. As imagens foram divulgadas nessa terça-feira (09) pela marca.

domingo, 11 de julho de 2010

O Grande Campeão da Copa do Mundo

Eu estava torcendo para o Gerald Piqué, porque de todos os jogadores do mundial, sem sombras de dúvidas, ele foi o melhor. Desde a primeira vez que vi o Piqué, eu disse: Esse garoto tem potencial.

Piqué é um zagueiro de personalidade forte, característica necessária para jogadores do setor defensivo. A estatura de 1,85 m dá força no jogo aéreo, tanto afastando bolas quanto finalizando no ataque. Como podemos ver, o jogador tem pegada e esse é o principal motivo do seu sucesso.

Piqué não é um jogador fácil, desses que podemos dar muito espaço, ele é perigoso, temos que fazer marcação em cima, e mesmo assim, no final, ele ganha de goleada. Vai Piqué, porque tem uma multidão no mundo inteiro gritando num só som: Me Goleia Piqué.









sexta-feira, 2 de julho de 2010

Jogadores que Merecem um Gol

Como hoje é dia de Jogo do Brasil, fiz novamente uma seleção dos melhores jogadores da Copa. Dessa vez, selecionei 11 jogadores que merecem marcação, mas que no final, também merecem marcar um gol.

1- Michael Ballack - Alemanha






2- Sebastian Dominguez - Argentina





3- Raul Gonzalez - Espanha





4 - Carlos Cudicini - Itália





5 - Michael Owen - Inglaterra





6 - Deco - Portugal





7 - Torsten Frings - Alemanha





8 - Iker Casillas - Espanha





9 - Yoann Gourcuff - França





10 - Andy Barron - Nova Zelândia





11 - Tim Cahill - Austrália