São muitos os que estão criticando a ação da menina Nayara ao ter voltado para o cativeiro junto com a sua amiga Eloá. Na verdade, eu também acho que foi uma imprudência, e os policias que estavam acompanhado-a, tinham a obrigação de impedi-la, mas deixando esses questionamentos de lado, só nos resta uma prova de uma amizade sincera e verdadeira, um amor incondicional entre amigas, pois num Mundo de tantas individualidades, é difícil achar quem coloque sua própria vida em risco em nome de um amor, de uma amizade... Nayara provou ser uma verdadeira amiga, e creio que após sua saída do hospital, ela se dará conta da grande perda que ela teve, sentirá a dor que o calor do momento nos impede de sentir.
Quando ao seqüestrador, tenho pena dele, não tenho duvidas quanto aos sentimentos dele para com a sua ex-namorada, temos que ressaltar que o amor é o ódio caminham lado a lado, infelizmente o rapaz deixou o seu sentimento ir para um extremo que foge do conto de fadas, e ele pagará caro, muito caro por isso, pois será punido pela justiça, pela sociedade e por sua própria consciência.A força que a família encontrou para superar a morte da menina é algo invejável, não quero nem pensar como agiria estando na pele da mãe, pai ou irmãos, é uma situação muito triste, a morte me dá medo. O ato de doar os órgãos é nobre, e se apegar a isso é uma forma suave de superar a dor, achei muito bonito quando o irmão dela disse que “a sua irmã se multiplicou”, algo nobre em meio a tanto violência e descaso, apesar deles eximir a policia de culpa, a meu ver, a polícia deixou muito a desejar, mas tem uma culpa compartilhada com o restante da sociedade.
Um fato que temos que colocar em pauta, é a respeito dos “limites da imprensa”, é um absurdo o negociador ficar 2 horas tentando ligar para o único telefone que o seqüestrador tinha, e nesse meio tempo, a imprensa (lê-se imprensa como: RedeTV, Record e Rede Globo) estava buscando entrevistas exclusivas, tendo como o seu único objetivo a alavancagem na sua audência, desrepeitando a família e deixando uma situação de risco, ainda mais perigosa. Um psiquiatra em entrevista a rádio Band News disse que o seqüestrador se sentiu poderoso em meio a todo esse alvoroço, e isso pode sim ter interferido no desfecho do caso. O grande absurdo da questão, é a forma primaria que a imprensa se defende, toda a sociedade tem ciência que não é papel de um jornalista ligar para um seqüestrador que tem uma arma apontada para uma vitima, jornalistas não são treinados para serem negociadores, segundo especialistas da área, essas TVs poderiam ter as suas concessões cassadas, e porquê não terão? Os motivos são óbvios... Não devemos compactuar com isso, chega de jornalismo sensacionalista, jornalismo que mata e fere, se a justiça não tomam as medidas cabíveis, a sociedade é quem tem deve tomar, e para isso, só a um jeito para isso: Desligando-se de tais canais e dando audiência para redes que realmente estão realmente comprometidas com a ética que a mídia tanto defendem. Concurso Cultural – Quem é Capitu?
Quer conferir o que esses grandes autores brasileiros escreveram sobre Capitu? O Blog Passageiro do Mundo em parceria com a Editora Nova Fronteira lhe da esse presente, basta responder a pergunta abaixo nos comentários do post “Quem é Capitu?”, as três melhores respostas receberão um exemplar do livro em qualquer lugar do Brasil.
Em sua opinião, quem é Capitu?
Serão aceitas respostas até a meia noite do dia 26 de outubro, as três melhores respostas serão divulgadas no dia 30 de outubro, abaixo da resposta é necessário deixar um endereço de email para contato.




































