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quinta-feira, 28 de março de 2013

Estou Aqui, Novamente

Sempre tive a sorte de ser rodeado por pessoas muito queridas e que me ajudaram nos momentos mais difíceis de minha vida. Amigos que são verdadeiros irmãos. Irmãos escolhidos a dedo. Verdadeiros presentes de Deus. Costumo dizer que amigos são os irmãos que temos o privilegio de escolher e tenho que agradecer por estar bem abastecido nesse sentido.

Esperar um ato de carinho de uma pessoa próxima, é totalmente previsível. Porém quando essa mão que afaga vem do desconhecido, somos pegos de surpresa e nos sentimos ainda mais querido. Já tem alguns anos que vi esse vídeo no YouTube, que faz menção ao meu blog e hoje, sem muito o que fazer na internet, o procurei para rever.


Não faço a mínima ideia de quem possa ter feito a homenagem ao meu blog e com qual intuito a mensagem "Estou Aqui" foi passada, mais confesso que fiquei feliz. Acabei negligenciando esse espaço por muito tempo, desviei o foco original desse espaço e literalmente desapareci, porém, "Estou Aqui" novamente, para dar o tom que esse blog tinha há alguns anos e voltar a sentir tantos prazeres que ele me proporcionou.

Passei por momento que não foram fáceis. Tive que matar muitos leões com a unha, mais a parte mais difícil e que ainda tem sido, é desviar das antas. Nesses momentos procurei me desconectar com tudo que me ligava a uma vida que tinha rompido e esse blog era uma delas. Hoje consigo olhar tudo como algo que passou com parcimônia e se houvesse a opção de voltar, não voltaria. 

Tudo foi um crescimento maravilhoso, um aprendizado singular, que agora estão apenas nas minhas memórias. Não sei se esse vídeo foi em menção a algum episódio turbulento que aconteceu em minha vida, penso que sim. O passado ficou de lado e agora chegou a vez de dizer: "Estou Aqui", novamente.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Sinal de 'igual' vira símbolo viral da luta pelo casamento gay nos EUA

Um sinal matemático de "igual" virou nesta semana um símbolo viral da campanha pelo casamento gay nos Estados Unidos, ao mesmo tempo que a Suprema Corte do país começa a debater o tema. 

O sinal foi lançado pelo grupo Human Rights Campaign e foi adotado como foto de perfil de usuários em várias redes sociais, como Facebook e Twitter. 

O logo é uma adaptação do símbolo tradicional do grupo, que geralmente tem um fundo azul com linhas amarelas.


terça-feira, 26 de março de 2013

Marco Feliciano, Homofóbico e Racista, dá voz de prisão a Manifestante

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) presidiu na tarde desta quarta-feira (27), pela terceira vez, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Mais uma vez, encontrou o plenário tomado por manifestantes. Ele chegou a pedir a prisão de um manifestante que o chamou de racista.

O parlamentar fez declarações homofóbicas e racistas em seu twitter e facebook e desde que assumiu a presidência da Comissão, vem sofrendo uma séria de manifestações. Se o parlamentar desse voz de prisão a todos que afirmam o seu racismo, certamente metade desse país já estaria atrás das grades. 

Em tom irônico o parlamentar disse aos manifestantes para que "mantenham a calma. Eu não vou ceder à pressão. Vocês vão ficar sem voz de tanto gritar". A comissão chegou a restringir o acesso ao plenário para evitar tumulto, mas não adiantou e a sessão teve que ser transferida para uma sala maior. A Polícia Legislativa foi orientada a recolher os apitos dos manifestantes. 

Um manifestante chamou o deputado de racista e Feliciano pediu para que a Polícia Legislativa o retirasse do plenário. "Aquele senhor de barba vai sair preso daqui porque me chamou de racista", disse o deputado, citando o artigo 139 Código Penal, que trata de difamação. 

"Sou negro, pobre e gay, por isso que me prenderam", disse Marcelo Régis Pereira, que se identificou apenas como manifestante. Pereira, no entanto, não foi preso, foi levado pelos policiais para um local reservado na Câmara. Pereira foi solto e disse que apenas gritou palavras de ordem, assim como os outros manifestantes. 

Enquanto a CDH realizava sua reunião, outro manifestante foi detido. Allysson Rodrigues Prata tentou invadir o gabinete do deputado quando foi impedido pelos agentes da Polícia Legislativa. Ao final da audiência, Feliciano disse que "um parlamentar precisa ser respeitado". 

De acordo com diretor da Coordenação de Polícia Judiciária que integra a Polícia Legislativa, Antonio Geraldo Martins, quem decidirá se o manifestante será preso ou não é a Polícia Legislativa depois de investigar o caso. 

"A gente vai avaliar se as palavras expressadas por ele caracterizam ou não o crime de calúnia contra o deputado". A pena para o crime é de seis meses a dois anos de prisão e multa. 

No outro caso, a Polícia Legislativa ainda terá que analisar os exames do Instituto Médico Legal para verificar se houve ou não agressão por parte dos agentes da polícia no manifestante.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Reação de um Garoto ao Conhecer um Casal Gay

Esse vídeo deixa bem claro que o preconceito e o ódio é um comportamento aprendido, condicionado e repetitivo. Uma criança nasce livre de preconceitos. 


Seres humanos como o Pr. Silas Malafaia, Marco Feliciano, Magno Malta, Rozangela Justino, Jair Bolsonaro, entre tantos outros que vão contra os Direitos LGBT e ganham a mídia nacional, são pessoas que aprenderam a discriminar o odiar e hoje fazem isso em nome de Deus e muitos desses usam a tribuna da Casa Legislativa mais importante desse país para destilarem o ódio.

Quando alguém se opõe a algo com tanta veemência, é porque aquela luta lhe toca no íntimo, de certa forma esses cidadãos não estão lutando contra o Movimento LGBT, estão lutando contra eles mesmo.

O casamento gay não deveria interferia na vida de nenhuma outra pessoa que não seja gay. Se alguém é contra o casamento gay, não case com um gay. Fico estarrecido quando vejo as manifestações no Brasil, na França, nos EUA e em tanto outros lugares do Mundo. Não estamos lutando pelo direito de ir na Casa das Alianças e comprar um anel de 18 quilates e mostrar isso para quem possa interessar. Estamos lutando pelo direito a herança, pelo direito a previdência, pelo direito de poder financiar um apartamento com o nosso companheiro, pelo direito de morrer e saber que juridicamente deixamos quem amamos a vida inteira amparado pela justiça.

Lutar contra os direitos civis dos homossexuais é negar os direitos constitucionais básicos e fundamentais para a manutenção a vida. Negar os direitos dos homossexuais é banir de todas as formas os avanços econômicos que duas pessoas que se amam querem galgar. Lutar contra os direitos civis de homossexuais é tirar a pureza que todas as crianças nascem com ela e formar cidadãos de segunda classe, que pensam apenas em si mesmo e fazem de tudo para impedir que um terceiro tenha os mesmos direitos que lhe são garantidos.

domingo, 24 de março de 2013

Blogueira grava vídeo em repúdio a Silas Malafaia e Marco Feliciano

Encontrei esse vídeo compartilhado no Facebook, cliquei para assistir sem muitas pretensões  achando que era mais um vídeo que falava que o Silas Malafaia é um cretino, que o Marco Feliciano é um idiota, mias ele foi muito além disso.

Juh Sarah é blogueira e religiosa e fala com muita propriedade das investidas do Silas Malafaia contra o Movimento LGBT e o Marco Feliciano sobre as investidas contra o Movimento LGBT e Negro. O Marco Feliciano foi muito além do curral dele, hoje ele causa vergonha aos evangélicos do Brasil e do Mundo. As manifestações contra esse pastor romperam os limites do Brasil e hoje as manifestações ganham corpo em vários países. 

Vale a pena assistir o vídeo e compartilhar. Vale a pena compartilhar tudo o que vemos nas redes sociais que repudiam o comportamento desses pastores, que representam apenas os seus interesses pessoais e um grupo muito isolado dentro da religião deles.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Lei de casamento gay passa por primeiro teste no Parlamento britânico

O Parlamento britânico deu nesta terça-feira aval para a lei que permite casamentos entre pessoas do mesmo sexo na Inglaterra e no País de Gales, num teste para o primeiro-ministro, David Cameron. 

A proposta, defendida por Cameron, foi aprovada por 400 votos a 175 na Câmara dos Comuns (Câmara Baixa), apesar da oposição de uma ala mais à direita do Partido Conservador, de Cameron. 

A decisão significa que o Parlamento aprova o princípio do casamento gay, mas o projeto ainda passará por novos debates na casa e por uma votação na Câmara dos Lordes (Alta) até que se converta em lei. 

No entanto, segundo o jornal The Guardian, a votação expressiva em favor do projeto indica que este deve ser aprovado com relativa facilidade na Câmara dos Lordes. 

Se aprovada em caráter final, a lei colocará a Grã-Bretanha no seleto grupo de onze países que já permite o chamado casamento igualitário, entre os quais a Argentina, a Holanda e a Noruega. 

Assim como no Brasil, a Grã-Bretanha já permite, desde 2005, a união civil, que não concede direitos plenos ao casal. 

Divisão 

Cameron declarou que a aprovação inicial do Parlamento é "um importante passo à frente" que fará a sociedade britânica "mais forte", apesar de críticas de parte dos conservadores. 

No fim de semana, um grupo de 20 líderes locais do Partido Conservador entregou uma carta a Cameron alertando que a agremiação pode ser derrotada na próxima eleição por causa do tema. 

"As propostas para mudança são simples e diretas. Se um casal se ama, o Estado não pode impedi-los de se casar, a não ser que haja uma boa razão. E ser gay não é uma razão suficiente", disse a secretária da Cultura, Maria Miller em um artigo em jornais britânicos. 

Para o analista de política da BBC Nick Robinson, "Cameron quer que seu governo seja lembrado por uma grande mudança social, e não apenas pelos esforços para consertar a economia". 


Ironicamente, a proposta tem apoio da oposição trabalhista e dos liberais-democratas, que dividem a coalizão de governo com os conservadores. 

Os britânicos também dão sinais de apoiarem a proposta de lei. Na última semana de 2012, duas pesquisas, do jornal The Independent e do The Guardian, mostraram que 62% concordam com a proposta. 

A lei vale apenas para a Inglaterra e o País de Gales. A Escócia e a Irlanda do Norte têm legislação própria sobre o tema. 

Igreja Anglicana 

Entre os opositores da mudança estão grupos religiosos e o arcebispo da Cantuária, Justin Welby, cuja autoridade como líder da Igreja Anglicana só é inferior à da rainha Elizabeth 2ª. 

O tema é particularmente espinhoso para os anglicanos. Alguns párocos temem ser processados por casais homossexuais que se sentirem discriminados por não poderem se casar e até obrigados a conduzir, a contragosto, cerimônias religiosas sob ordem judicial. 

Para prevenir ações na Justiça e na Corte Europeia de Direitos Humanos, a lei faz uma concessão e proíbe casamentos entre pessoas do mesmo sexo na Igreja Anglicana (algo passível de mudança, caso os religiosos assim o decidam). 

Outras religiões, no entanto, estarão livres para conduzir casamentos gays com validade civil. 

A discussão no Parlamento britânico se dá na mesma semana em que o tema também é debatido na França.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Pastor Silas Malafaia dá show de homofobia em entrevista na TV

"Se tiver pastor homossexual, perde o emprego!", disse o pastor Silas Malafaia durante a entrevista que concedeu à jornalista Marília Gabriela, no "De Frente com Gabi", no SBT. O pastor também disparou várias outras palavras contra os homossexuais que vão deixar famílias indignadas. 

Durante a entrevista que foi ao ar neste domingo (03), à meia-noite, Silas disse que "homossexualismo (sic) é comportamento" e que "eles (os homossexuais) querem uma lei para atacar e atingir àqueles que querem", se dizendo claramento contra a união estável e o casamento homossexual. 

Silas Malafaia, que tem horários comprados em várias emissoras onde pede dinheiro para a igreja do qual faz parte, tenta colocar o homossexual como pecador. "A autoridade da bíblia é condenar o pecado. A bíblia define o que é pecado e eu estou aqui para condenar o pecado", disse. 

O deputado federal Jean Wyllys, que é titular da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados, em Brasília, preferiu se manisfestar depois de assistir à entrevista. Jean Wyllys já foi um dos entrevistados da jornalista Marilia Gabriela e é um dos programas grande acesso nas redes sociais.

Deputados britânicos devem aprovar casamento gay no país

Os deputados britânicos votam nesta terça-feira sobre o projeto de lei que autoriza o casamento homossexual, tema que provoca muitas tensões dentro do partido conservador mas deverá ser aprovado devido ao apoio dos liberais democratas e trabalhistas. 

Alguns dias após a adoção do casamento gay na França em meio a uma grande polêmica, os deputados britânicos se pronunciam sobre o texto que já foi apresentado em primeira leitura no dia 24 de janeiro. O projeto de lei será em seguida enviado à Câmara dos Lordes, a câmara alta do parlamento britânico. 

O texto permite a duas pessoas do mesmo sexo a se casar no civil e deixa aberta a possibilidade de realizar uma cerimônia religiosa de acordo com a opção religiosa. A exceção é em relação à Igreja Anglicana, majoritária no país, que proíbe esse tipo de celebração. 

A reforma, que era uma promessa de campanha dos liberais-democratas, parceiros dos conservadores no governo de coalizão, também vai permitir que pessoas que queiram mudar de sexo possam fazê-lo e continuar casadas, o que antes era ilegal. 

Do ponto de vista familiar, o casamento gay é essencialmente simbólico porque casais que assinam o pacto civil, em vigor desde 2005, já têm o direito de adotar crianças. A prática de barriga de aluguel é legal no Reino Unido, desde que não seja remunerada. 

A reforma é amplamente apoiada pela oposição trabalhista e a opinião pública, e o debate não deu origem a manifestações populares e passeatas como na França. 

Uma sondagem publicada neste domingo, que ouviu 2.030 britânicos entre quinta e sexta-feira revela que 55% dos entrevistados disseram ser favoráveis ao casamento gay contra 36% que se opõem. 

Os resultados confirmam os dados coletados por uma pesquisa lançada pelo governo entre março e junho de 2012 com mais de 228 mil pessoas. A maioria, 53%, disse ser a favor do casamento gay, o que levou o governo a apresentar o projeto de lei. 

O primeiro-ministro conservador David Cameron declarou ser pessoalmente a favor da reforma, apesar de que parte de seu partido se opõe com veemência. A imprensa especula que entre 130 e 200 deputados conservadores, de um total de 303 do parlamento, irão se opor ou se abster na votação desta terça-feira. 

Segundo o governo, o casamento homossexual deve movimentar no país cerca de 14,4 milhões de libras , o equivalente a 45 milhões de reais com festas, celebrações e até com reservas de hotéis.

Assembleia francesa aprova casamento gay

A Assembleia Nacional Francesa aprovou ontem (2) artigo de projeto de lei que permite o casamento homossexual e garante a casais gays o direito de adotar crianças.

Por 249 votos a favor e 97 contra, os deputados aprovaram a cláusula que elimina o sexo oposto como condição para o direito ao casamento. A maioria parlamentar de esquerda permitiu a aprovação do artigo, cumprindo promessa eleitoral do presidente socialista François Hollande. A maior parte dos deputados de direita ou de centro votou contra.

"Nós nos sentimos felizes por termos superado esta primeira etapa", disse a ministra da Justiça, Christiane Taubira. "Vamos reconhecer a liberdade de todos e de todas de escolher seu par e construir um futuro comum". Já a direita reclamou. "O governo optou por uma decisão que não desejamos", disse o deputado da UMP Philippe Gosselin.

Os debates na Câmara Baixa do Parlamento francês vão durar duas semanas. A oposição de direita apresentou 5.000 propostas de emenda e três moções de procedimento - uma delas exige um referendo sobre o tema. 

Para se tornar lei, o projeto precisa passar pela aprovação do Senado, onde a esquerda é maioria.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Índia expõe cartas que mostram a intimidade de Gandhi

Exposição em Nova Délhi vai exibir a partir desta quarta-feira a coleção de cartas pessoais trocadas entre Mahatma Gandhi e o fisiculturista sul-africano Herman Kallenbach com quem o líder pacifista teria mantido um relacionamento amoroso. O material foi comprado pelo governo indiano no ano passado, antes de ir a leilão pela casa Sotheby's, em Londres, na tentativa de ocultar a intimidade de Gandhi. A organização da mostra não informou se vai exibir a coleção completa, o que inclui juras de amor trocadas entre eles.

A data de abertura da exposição coincide com o 65º aniversário do assassinato de Gandhi por um extremista hindu. "Esses documentos esclarecem os anos de Gandhi antes de se tornar um líder político", disse o chefe do Arquivo Nacional, Mushirul Hasan, responsável pela mostra.

Gandhi viveu em Johannesburgo com Kallenbach por dois anos a partir de 1907, antes de retornar à Índia em 1914, onde ajudou a unificar o movimento político contra o domínio colonial britânico.

A relação com Kallenbach é tema de especulações e boatos há anos. A proximidade entre os dois foi recentemente contada no livro Grande Alma: Mahatma Gandhi e Sua Luta com a Índia, do jornalista americano Joseph Lelyveld. "Como você tomou completamente a posse de meu corpo?", afirma Gandhi em uma carta para Kallenbach reproduzida na publicação.

"Esta é a escravidão com uma vingança", ressalta o homem conhecido como o pai da independência da Índia em outro trecho.

Diante da proibição das vendas do livro em algumas partes da Índia, Lelyveld negou ter sugerido em seu livro a bissexualidade de Gandhi. "A palavra bissexual não aparece em qualquer parte do livro", escreveu ele mais tarde. 

A Índia tem manifestado sua inquietação com os leilões dos pertences privados de Gandhi, considerados um insulto à memória de um homem que rejeitou a riqueza material.