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terça-feira, 14 de julho de 2009
Nos Laços (Fracos) da Internet
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
Os Meus, Os Seus e os Nossos
Não acredito nos relacionamentos que subtraem. Acredito que relações somam, dividem e multiplicam. Vejo pessoas que mudam completamente suas rotinas depois que começam a namorar. Fazem um novo circulo de amizade: o circulo dos amigos em comum, os "nossos" amigos e excluem os demais. Isso é extremamente maléfico, sem contar que é uma falta de respeito a aqueles que antigamente eram doadores da amizade, carinho e atenção.
A singularidade de cada um tem que prevalecer. O casal não pode se personificar em uma pessoa com hábitos, desejos e anseios em comum, antes de qualquer coisa, há de sempre se notar que um casal é composto de duas pessoas com hábitos, desejos e anseios diferentes e se isso não for levado em consideração, o sucesso do relacionamento está fadado ao fracasso.Os amigos sempre são um porto seguro num momento de depressão. Muitos problemas não cabem serem confidenciados aos amigos em comum, aqueles que fazem parte do grupo dos “nossos”, pois os mesmos irão argumentar que não podem tomar partido, pois são amigos dos dois. Nesses casos temos que recorrer aos amigos do grupo dos “meus”, eles serão imparciais, pois podem até conhecer a pessoa na qual estamos nos relacionamento, mas não tem uma ligação afetiva com o mesmo.
Muitos aprendem essa lição tarde demais, as vezes, na ocasião do término de uma relação e sem amigos para ampará-lo. Sempre os “nossos” procuram ser imparciais. Ninguém quer correr o risco de tomar partido na briga, pois se por um acaso a relação voltar, aquele amigo que tomou partido de uma das partes, provavelmente será excluído na rede de relacionamentos do casal.Quanto estamos namorando, não temos que sair somente com o nosso namorado, porém, quando saímos com os amigos, principalmente quando não foram do grupo dos "nossos" é de priori avisar ao namorado. O meio gay é muito restrito e sempre haverá alguém de plantão para correr até o nosso namorado e comentar: Olha, vi o seu namorado em tal lugar, sozinho. E nesses casos, a melhor resposta que temos para dar é: Eu sei, ele foi com amigos. Fazendo assim, ficara fácil a manutenção dos grupos de amigos.
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
E Quando os Pais Abrem o Armário?
Costumo dizer que não saí do armário, e, sim, fui expulso dele. Eu tinha 17 anos quando confiei em minha irmã e contei para ela sobre a minha sexualidade. Ela é mais velha do que eu e na época tinha uma namorada que me simpatizei e começamos a sair. Estávamos voltando de um dos nossos passeios, a Ângela, namorada da minha irmã começou a falar sobre sexualidade e questionou sobre a minha orientação sexual. Eu cai como um patinho e contei todos os meus “segredos” sexuais. Na hora, a minha irmã chorou, achei uma atitude estranha e a questionei, ela disse que estava triste, porque os gays “sofrem” demais e ela não queria ver-me sofrendo.
Passaram-se os meses, a orientação sexual que temos em comum me aproximou de minha irmã. Íamos a barzinhos, boates, restaurantes e passamos a ter amigos em comum. Para os meus pais, minha sexualidade era um segredo, já a da minha irmã, todos sabiam. Ela foi casada, ficou 2 meses e 5 dias comprometida num casamento depois de anos de namoro, a separação veio à tona por conta de ciúmes que o marido tinha de sua “melhor amiga”. Depois, descobrimos que a amiga tinha uma representatividade muito maior em sua vida.Certa vez, minha irmã me disse: - “Não é justo eu sofrer preconceito do pai e da mãe e você, que também é gay, ficar de boa”. Achei o questionamento estranho, aliás, sair ou não do armário é uma decisão única e intransferível. Não dei importância para a situação, mas deveria. Com relação às minhas irmãs, sempre fui muito discreto. Meus pais até poderiam desconfiar de minha homossexualidade, mas jamais tiveram certeza. Minha timidez era um fator preponderante para a dúvida que não queria calar.
Num final de semana qualquer, minha mãe me chamou para ir visitarmos uma amiga. Fomos para São Roque, cidade onde morava a “Irmã” Cida, missionária e dirigente de uma casa de recuperação de drogados que minha família ajudava com doações. Almoçamos com a família dela e assim que terminamos, ela nos convidou para caminharmos na mata, fui com ela e minha mãe. Caminhamos por alguns minutos e quando estávamos afastados dos demais, ela disse que, junto com a minha mãe, precisava falar comigo, eu não disse nada, apenas olhei para as duas e ela continuou, disse que minha mãe sabia da minha homossexualidade e que iria me ajudar a me “libertar”. Naquele dia, não voltei para casa, fiquei hospedado na casa dela, onde ela começou com “sessões de cura espiritual”.
Passaram-se os dias. Dormia gay e acordava gay e aquela situação já estava me irritando. Ela fazia orações, pedia para eu ler algumas passagens da bíblia e uma vez por semana me levava num lugar chamado “Vale da Benção”, um lugar muito grande, onde têm igrejas, dormitórios para hospedar visitantes e casas, uma espécie de condomínio evangélico. Comecei a ficar entediado com aquilo. Em São Paulo, costuma ir para baladas de sexta, sábado e domingo, tinha algumas paqueras e muitos amigos, percebi que esse lance de deixar de ser gay era uma furada e que eu só estava me martirizando.Num domingo, fomos surpreendidos com a morte de uma galinha. Nesse dia nem fui ao galinheiro, pois disseram que havia penas e sangue para todos os lados. A ave foi morta por um cachorro, a missionária ficou furiosa com aquilo e jogou o cachorro num poço, o animal ficou a manhã inteira chorando e morrendo aos poucos, aquilo me deixou muito chateado e foi à gota d’água para dar um ponto final naquela história. Liguei para minha mãe e disse que se até a noite ela não estivesse lá para me levar para casa, ela nunca mais teria noticias minhas, eu estava disposto a sumir, andar sem rumo se aquela situação não fosse revista.
Antes de anoitecer, meus pais foram me buscar. O trajeto São Roque – São Paulo foi feito em silêncio. Quando chegamos em casa, fui informado que eu não poderia mais usar telefone, internet e sair com amigos e descobri que meu pais ficaram sabendo de minha sexualidade por intermédio de minha irmã, que ligou para um amigo meu enquanto o meu pai estava na extensão ouvindo eles falavam a meu respeito. Pressionado pelos meus pais, freqüentei o GAD (Grupo de Apoio a Família), as reuniões aconteciam numa igreja evangélica e era monitorada por uma psicóloga cristã, que em nenhum momento tratou o meu caso como uma doença ou desvio moral. Assim como me cansei da situação em São Roque com a missionária, também que cansei daquela situação de freqüentar a igreja e aquele grupo que mais servia para lavar roupa suja do que para fazer terapia.Estava uma pilha, precisava de fôlego e a única saída que encontrei foi me fingir de liberto, agir como hétero, como cristão para minha família. Comecei a falar que ia para as vigílias, mas ia para a Tunnel, foi uma época muito divertida. Na época, fiz amizade com uma menina lésbica, contei para ela a minha situação e ela fingiu ser a minha namorada, ficávamos horas ao telefone com conversas melosas e com o tempo fui colocando a minha vida em ordem, impondo limites e adquirindo respeito.
Depois de tudo o que passamos, o relacionamento familiar não tem mais condições de voltar a ser o mesmo. E uma coisa eu garanto: eu não sou o culpado por isso. Não quero transferir toda a responsabilidade para os meus pais, pois eles também são vitimas de um sistema que prega a heteronormatividade liderado por religiosos, hipócritas e fundamentalistas. Porém, depois de tudo que passamos, temos que ser gratos por ter nos restado o respeito e as mínimas condições de uma vida familiar.
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quinta-feira, 9 de julho de 2009
A Capa - Queer: Transgressões Culturais
A nova edição da Revista A Capa, que circula a partir deste fim de semana, tem como tema central a cultura queer, bastante complexa pela sua amplitude, mas presente no cotidiano de todos e traz pela primeira vez um ensaio artístico de capa. O protagonista deste ensaio é o cantor cearense Daniel Peixoto uma personagem da noite gay rico de elementos que compõe a estética queer e propõe um olhar artístico aos leitores, habitados aos tradicionais ensaios com homens de peitoral de fora. Daniel fala ainda sobre paternidade, drogas, carreira e seu próximo álbum, que não será lançado com o nome de Montage.A revista também nos trás a comovente história de Erika, uma transexual de 15 anos que foi recusada por seis escolas, chegou a estudar em colégio para portadores de deficiência e agora usa seu nome social na rede pública de São Paulo. Para os fãs de Tom of Finland, artista finlandês conhecido pelo seu trabalho de caráter homoerótico, a revistra trás com exclusividade, a contribuição que o artista deu para a formatação da estética homossexual que está presente hoje no imaginário de todos através da sua arte, baseada em seus desejos que renderam mais de três mil peças.
Em “Achados”, coluna que estréia na revista e com a assinatura de Régis Olivar, editor de arte de A Capa, podemos conferir dicas para ler, ver, ouvir e comprar. Sérgio Ripardo faz uma homenagem à fotógrafa Daia Oliver ao publicar cinco cliques que reproduzem a cultura da noite gay. Gilles Wullus, editor da revista francesa Têtu, esteve no Brasil durante a Parada Gay e conversou com A Capa sobre o impacto da crise financeira no mercado editorial segmentado, turismo gay, publicidade e o futuro da mídia gay. A Capa também aborda a questão dos gogo boys e heterossexuais que contam como é trabalhar em clube gay onde são constantemente assediados do público e taxados de garotos de programa.A revista é distribuída em cerca de 100 estabelecimentos como bares, restaurantes, saunas e clubes nos principais pontos de interesse gay de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Florianópolis. A revista também dispõe de assinaturas semestrais que podem ser feitas por moradores de qualquer cidade brasileira com o custo de R$ 29,90.







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quarta-feira, 8 de julho de 2009
Qual é o Sexo do seu Cérebro?
Apesar de pertencer ao sexo masculino, o meu cérebro é feminino. Há alguns meses, a Revista Época entrevistou a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. O meu teste deu 11, ou seja, o meu cérebro é misto, feminino rústico ou um masculino delicado, podemos dizer que cerebralmente sou quase bissexual.
O estudo aponta que a diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social.
A diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas da homossexualidade. Tudo será determinado de acordo com a distribuição de testosterona no tempo de gestação da criança. Se a concentração de testosterona for mais baixa do que o padrão para os homens, então o “centro sexual” do cérebro será feminino e esse homem sentira atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres.
As causas da homossexualidade é um mistério para a ciência que talvez nunca seja desvendado. Acredito que o que determina a sexualidade são as predisposições genéticas. Não acredito em comportamento condicionado, defendido por religiosos e fundamentalistas, pois, se fosse um comportamento adquirido, os insatisfeitos com sua sexualidade condicionariam o seu comportamento para o lado oposto sem maiores dificuldades. Apesar do resultado do meu teste apontar que tenho um cérebro misto, sexualmente sou definido como gay puro sangue, apesar de adorar as mulheres, não sinto atração sexual por elas.Clique para fazer o teste e comente o resultado.
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terça-feira, 7 de julho de 2009
Mr. Gay Internacional
O Concurso Mr. Gay Internacional, que visa escolher o ícone máximo da beleza masculina no mundo LGBT já tem o seu representante de 2009. Trata-se do Mr. Gay Suíça Ricco Müller, de 24 anos. Ricco é estudante, gosta de malhar, ler, viajar e fotografar. Além da sua língua nativa, alemã, Ricco também fala Inglês, Francês e um pouco de Japonês. O belo, de 1,74 e 60 kg, também tem militância política, ele atua em serviços comunitários para as ONGs AIDS-aid, Europride 2009 e Comunidade de Surdos.


A segunda colocação ficou para o Mr. Gay Austrália Samuel Byron. O belo australiano também tem 24 anos, nasceu em Adelaide, Austrália e tem 1,81 m e 80kgs. Samuel é formado em Psicologia e Política e trabalho no escritório de investigação do Governo Australiano. Nas horas vagas, ela gosta de ouvir músicas, ler e passar o tempo com os amigos. Há vários anos, Samuel é filiado no Partido Trabalhista Australiano.
A terceira colocação ficou para o Mr. Gay dos Estados Unidos Michael Austin. O americano tem 21 anos, nasceu Birmingham, no Estado do Alabama e tem 1,75 m e 63 kg. Michael não tem formação superior.


O representante brasileiro, o Mr. Gay Brasil 2008 Marcos Grabowski, não teve muita sorte no concurso. O Mr. Gay Internacional 2009 era para acontecer em fevereiro, foi adiado para junho e posteriormente cancelado por conta a repercussão da gripe HIN1. A decisão do concurso foi fita por intermédio de votação pública no site da organização do evento.






A segunda colocação ficou para o Mr. Gay Austrália Samuel Byron. O belo australiano também tem 24 anos, nasceu em Adelaide, Austrália e tem 1,81 m e 80kgs. Samuel é formado em Psicologia e Política e trabalho no escritório de investigação do Governo Australiano. Nas horas vagas, ela gosta de ouvir músicas, ler e passar o tempo com os amigos. Há vários anos, Samuel é filiado no Partido Trabalhista Australiano.
A terceira colocação ficou para o Mr. Gay dos Estados Unidos Michael Austin. O americano tem 21 anos, nasceu Birmingham, no Estado do Alabama e tem 1,75 m e 63 kg. Michael não tem formação superior.

O representante brasileiro, o Mr. Gay Brasil 2008 Marcos Grabowski, não teve muita sorte no concurso. O Mr. Gay Internacional 2009 era para acontecer em fevereiro, foi adiado para junho e posteriormente cancelado por conta a repercussão da gripe HIN1. A decisão do concurso foi fita por intermédio de votação pública no site da organização do evento.




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segunda-feira, 6 de julho de 2009
O Puchero do Final de Semana
Ontem fui na casa da tia do Douglas, comer o Puchero que comentei na semana passada. Estava ótimo, tão bom quanto a nossa feijoada. O preparo do prato é muito fácil, abaixo colocarei a receita. Estou pensando em fazer a receita e convidar alguns amigos para degustação. Posso fazer no aniversário de zero ano do João Vitor, (minha irmã está grávida e o meu sobrinho está para nascer) posso preparar o puchero nessa ocasião. Depois do almoço, ficamos a tarde inteira conversando e dando risada. No finalzinho da tarde deixei o Douglas em casa e fui embora.
A noite, a convite da Rogéria, fui ver um jogo de vólei aqui na cidade. Conheci a Rogéria pela internet, no site Yahoo Respostas!, a amizade cresceu, nos tornamos amigos e acabe sendo convidado para ser padrinho de seu casamento. Uma história muito bacana, tenho um carinho imenso por ela.
Não esperei o final do jogo, estava tarde e precisava dormir. Creio que Guarulhos ganhou, o jogo era Guarulhos X Suzano. A equipe de Suzano está hospedada em frente da minha casa e não ouvi barulho de comemorações, então deduzi que Guarulhos ganhou.
Hoje, completo mais um mês de namoro com mon petit ami. São 6 anos e 1 mês de companheirismo, e confesso: É muito bom estar com o Douglas. Amo pra caramba aquele carinha, e creio que isso não é segredo para ninguém.
A noite, a convite da Rogéria, fui ver um jogo de vólei aqui na cidade. Conheci a Rogéria pela internet, no site Yahoo Respostas!, a amizade cresceu, nos tornamos amigos e acabe sendo convidado para ser padrinho de seu casamento. Uma história muito bacana, tenho um carinho imenso por ela.Não esperei o final do jogo, estava tarde e precisava dormir. Creio que Guarulhos ganhou, o jogo era Guarulhos X Suzano. A equipe de Suzano está hospedada em frente da minha casa e não ouvi barulho de comemorações, então deduzi que Guarulhos ganhou.
Hoje, completo mais um mês de namoro com mon petit ami. São 6 anos e 1 mês de companheirismo, e confesso: É muito bom estar com o Douglas. Amo pra caramba aquele carinha, e creio que isso não é segredo para ninguém.
Receita de Puchero
Tipo de Culinária: Espanha
Categoria: Pratos Principais
Subcategorias: Carnes
Rendimento: 10 porções
Ingredientes
500 gr de grão-de-bico
750 gr de coxão-mole em cubos médios
100 gr de toucinho em cubos pequenos
1 unidade(s) de paio em rodelas
1 unidade(s) de lingüiça calabresa defumada em rodelas
2 unidade(s) de tomate picado(s), sem pele(s), sem sementes
3 unidade(s) de cenoura em cubos pequenos
4 colher(es) (sopa) de óleo de soja
1 unidade(s) de cebola picada(s)
1 tablete(s) de caldo de carne
1 colher(es) (sopa) de salsinha picada(s)
Modo de preparo
Deixe o grão-de-bico de molho de um dia para o outro. No dia seguinte, cozinhe em panela de pressão por 30 minutos. Aqueça o óleo em uma panela e frite a cebola até dourar. Acrescente, aos poucos, a carne, o toucinho, o paio, a lingüiça e o tomate. Deixe refogar por alguns minutos.
Junte a cenoura e o caldo de carne e deixe cozinhar, acrescentando água fervente, se necessário.
Quando a carne estiver cozida, junte o grão-de-bico escorrido e cozinhe por mais 15 minutos. Enfeite com salsinha e sirva bem quente.
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