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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Continuam Caindo as Máscaras dos Homofóbicos da Av. Paulista

Soraia, mãe do homofóbico e delinquente
Um dos adolescentes que participou da tentativa de homicídio do estudante de jornalismo Luís Alberto, de 23 anos, tem passagem na polícia. Em setembro desse ano, o rapaz de 16 anos agrediu a sua mãe em meio a uma discussão familiar. Soraia Costa, mãe do delinquente chegou a defende-ló da tentativa de homicídio e declaro que “todos são crianças. Estão chorando [lá dentro]”. Soraia ainda disse que “foi uma atitude infantil” e que “se preciso, vai buscar ajuda especializada”.

Acredito que esse sentimento de buscar alguma ajuda deveria ter vindo quando o “pequeno marginal”, a “criança delinquente” que ela criou, começou a apresentar os primeiros sintomas de doença social. Soraia Costa, o seu filho é um doente, um delinquente, um marginal que não pode conviver em sociedade e a ajuda especializada que ele precisa está na Fundação Casa, de onde ele não deveria ter saído na segunda-feira passada (15).

Delinquentes deixando a Fundação Casa 
O histórico de expulsões escolares do filho de Soraia, justifica a sua conduta social. Alunos do Colégio Objetivo, afirmaram para reportagem da Folha.com que a criança indefesa de Soraia foi expulsa do colégio após se envolver em uma briga e que eles têm fama de briguentos. Os alunos disseram que eles [filho de Soraia e outro delinquente menor de idade] já haviam batido em um homossexual em uma festa.

No Domingo (14), dia das agressões, Luís Alberto saía da delegacia, estava com o rosto todo inchado, cheio de curativos e uma porção de hematomas pelo corpo, quando foi abordado por Soraia, a mãe do delinquente, de maneira autoritária reprimiu a atitude do rapaz e disse “você não precisava ter feito um boletim de ocorrência”, Luís ficou tão indignado que não conseguiu responder.


À esquerda, Massetti, pai do delinquente homofóbico
 Soraia é ex-mulher do mafioso italiano Carlos Massetti, que tem a guarda do menor delinquente. Masseti foi preso pela Interpol no dia 23 de maio do ano passado, em São Paulo. O avó do menor-delinquente também pertencia a máfia, ele é neto de Gaetano Badalamenti, conhecido com´Dom Tano, do clã Cosa Nostra, na Sicília. Badalamenti morreu em 2004, aos 81 anos, numa prisão dos Estados Unidos, onde cumpria pena de 15 anos por assassinatos e tráfico de drogas.

Carlos Massetti conseguiu um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF) e em 12 de agosto deste ano, obteve o julgamento final, com o arquivamento do processo. O governo italiano não formalizou o pedido de extradição com os documentos probatórios da culpa do acusado. De acordo com a acusação da Interpol, Massetti participava de um grupo que colocava títulos falsos no mercado e a meta era embolsar U$ 1,0 bilhão. Com todo esse histórico familiar, não podemos esperar muito desse delinquente.

2 comentários:

Paulo Braccini disse...

sim as máscaras caem mas o poder, a corrupção, a omissão, a impunidade sempre prevalecem nesta terra tupiniquim ...

bjux

;-)

FOXX disse...

o menino é filho de um mafioso?!?
não é de se surpreender mesmo!!!